Miranda do Corvo rejeita exploração de caulino no município

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Foto Luís Carregã

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O município de Miranda do Corvo manifestou hoje “total oposição” à exploração de depósitos minerais de caulino numa área de 3,8 quilómetros quadrados, que abrange também o concelho vizinho da Lousã.

Na sessão de Câmara desta manhã, o presidente da autarquia, Miguel Baptista (PS), considerou que a concessão solicitada “provocaria graves impactes ambientais”, ideia que foi corroborada pelos vereadores da oposição (coligação PSD/CDS).

“Manifestamos a nossa total oposição a esta concessão, que causaria prejuízos ambientais incalculáveis”, sublinhou o autarca.

De acordo com o aviso publicado em Diário da República no dia 28 de janeiro, a Direção Geral de Energia e Geologia torna público o requerimento para a atribuição de direitos de exploração de caulinos na área “Miranda-Lousã”, numa extensão de 3,81 quilómetros quadrados.

Miguel Baptista adiantou que estão a ser desenvolvidos contactos com o município vizinho da Lousã para que seja tomada uma posição conjunta de rejeição à concessão, que abrange solos integrados em Reserva Agrícola Nacional.

A autarquia de Miranda do Corvo aprovou, por unanimidade, uma proposta de rejeição, que será enviada à Direção Geral de Energia e Geologia, dentro do prazo de 30 dias para apresentação de reclamações estipulado pelo aviso publicado em Diário da República.

One Comment

  1. Para o caulino já se lembram de miranda e lousão… Quanto ao metro é a vergonha que se sabe!

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