Eu, deputado – Governo não tem essa intenção

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MAURICIO MARQUES novoMaurício Marques

Pergunta: Concorda com a redução da escolaridade obrigatória para o 9.º ano?

O desenvolvimento de um povo é diretamente proporcional à sua formação, a formação aumenta com o nível de escolaridade, daqui se conclui que devemos sempre que possível aumentar a escolaridade dos nossos concidadãos.

É verdade que nem toda a formação se adquire nas escolas, ela também se adquire no seio da família e do ambiente que nos rodeia, mas a escola é um pilar de vital importância na formação de qualquer individuo.

Num momento globalizado como aquele em que estamos a viver, em que é grande a competitividade entre os estados, torna-se ainda mais importante a formação do seu povo, pois os meios tecnológicos são globais, as ferramentas transversais, apenas os fatores endógenos e a formação da pessoa humana é diferenciadora e capaz de melhorar a nossa competitividade.

Também não poderemos esquecer que temos, atualmente, um grande número de desempregados, diminuir a escolaridade obrigatória, era lançar mais jovens, sem formação, no mercado de trabalho, aumentando assim o desemprego.

Portugal é ainda um pais com baixa deficiente formação e escolaridade baixa, pelo que não faz sentido falar-se em redução da escolaridade obrigatória.

Somos assim contra qualquer medida que, por qualquer via, vise diminuir a escolaridade obrigatória.

Sabemos também que não é intenção, nem faz parte de qualquer projecto, do governo para diminuir a escolaridade obrigatória.

One Comment

  1. António A. Monteiro says:

    Dadas as fontes de informação (TV, Computadores, Internet, telemóveis, etc.) ao alcance dos nossos jovens, cada vez a escola tem menos relevância na formação e aquisição de conhecimentos/competências.
    Por outro lado, graças ao uso e abuso dos telemóveis, é cada vez mais difícil motivar os alunos para os conteúdos programáticos ministrados nas aulas. Muitos "andam pelos cabelos" na escola. Frequentam-na porque são obrigados tornando improdutiva a atividade dos professores.
    Este estado de coisas só se altera se o ensino deixar de ser obrigatório a partir do 9.º Ano. O ensino secundário, tal como o superior, deve ser facultativo. Os que o frequentarem fazem-no por opção e não por obrigação – o que leva a dedicarem-se com mais empenho e melhor comportamento. Só quem é professor e tem de lecionar determinadas turmas é que está em condições de compreender isto.
    Não sei se a esposa do Eng. Maurício, professora de Matemática, estará de a cordo com o marido…

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