“A câmara deve ser uma instituição indutora de otimismo”

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João Ataíde já definiu as áreas de intervenção do seu segundo mandato. Na tomada de posse, sábado, o presidente da Câmara da Figueira da Foz adiantou que, nos próximos quatro anos, vai “prosseguir a consolidação financeira, manter a eficiência, rapidez e transparência dos serviços municipais, intervir no espaço público e nos equipamentos, melhorar a qualidade de vida no concelho e incrementar o desenvolvimento”.

Para trás, realçou, ficam quatro anos “bastante duros”. E acrescentou: “foram quatro anos de surpresa permanente com o agravar do rigor e da austeridade e um conjunto de embaraços que inicialmente não vislumbrámos”. Não obstante, sublinhou Ataíde: “pagámos 15 milhões de euros de dívidas e procedemos a investimentos públicos de primeira necessidade de igual montante, aproveitando, com imaginação e criatividade financeira, os fundos comunitários disponíveis”.

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