“Notou-se um nivelamento por cima na qualidade” (com som)

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SIMOES BALTAZAR JA

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No encerramento das 36.ª Jornadas de Teatro Amador do Lions Clube da Figueira da Foz disse que esta terá sido a melhor edição de sempre. Em que se baseia?

Não sendo as melhores de todos os tempos, pelo menos, são as melhores dos últimos 10 anos, porque foram as que tiveram mais público – mais de dois mil espetadores. Notou-se, este ano, um nivelamento, por cima, na qualidade. Neste momento, notamos que, para alguns grupos, entrar nas jornadas é uma mais-valia, é estar a acrescentar algo à sua história.

A que se devem estes resultados?

Este sucesso deve-se, talvez, à necessidade das pessoas se juntarem mais, de partilharem os seus anseios, as suas dificuldades.

Que rumo devem tomar as jornadas?

O atual calendário deve manter-se. (…) Vamos promover uma reunião com representantes da Câmara da Figueira da Foz, da Direção Regional da Cultura e dos grupos cénicos, para analisarmos as jornadas e tentarmos corrigir o que não correu bem.

Tendo em conta a tradição teatral e a quantidade de grupos cénicos, não se justificava a existência de uma companhia de teatro municipal?

Isso já aconteceu, no ano em que Ana Madureira ministrou formação. O grande problema é que os amadores não têm tempo para conciliar a companhia municipal com os seus grupos cénicos.

Por que é que o teatro tem mais implantação na margem norte do concelho?

Penso que isso é mais uma questão de tradição. O teatro esteve sempre implantado de uma forma bastante forte em Tavarede, Brenha, Alhadas, Quiaios e Buarcos. Nestas cinco freguesias (da margem norte), em épocas de picos, o teatro atingiu níveis extraordinários. Por isso, ter sido, para nós, importantíssimo que o Animart e o Sport Clube de Lavos tivessem participado nestas jornadas, e temos quase a certeza que no próximo ano Alqueidão também vai participar.

Esta entrevista poder ser ouvida na íntegra na Foz do Mondego Rádio (99.1 FM), às sextas-feiras pelas 21H00, e em podcast aqui no site do DIÁRIO AS BEIRAS.

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