Luís Vilar foi o arguido mais punido pelo tribunal de Coimbra no caso CTT

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Foto Luís Carregã

Foto Luís Carregã

Os três ex-administradores dos CTT Carlos Horta e Costa, Manuel Carrasqueira Baptista e Gonçalo Rocha foram hoje absolvidos pelo tribunal de Coimbra dos crimes económicos e gestão danosa pelos quais estavam acusados.

O presidente dos CTT entre 2002 e 2005, Carlos Horta e Costa, e os administradores, durante o mesmo período, Manuel Carrasqueira Baptista e Gonçalo Rocha, estavam acusados de, alegadamente, terem provocado prejuízos à empresa, que, de acordo com a pronúncia, ascendem a cerca de 13,5 milhões de euros.

Também foram absolvidos os arguidos Júlio Macedo, Pedro Garcez, Vítor Coelho, Carlos Godinho, Vítor Camarneiro e Paulo Silveira.

O Tribunal condenou o arguido José Júlio Macedo a uma pena suspensa de dois anos e quatro meses. Pedro Garcez foi condenado a dois anos e sete meses de prisão e Luís Vilar teve uma pena única de quatro anos de prisão e a proibição do exercício de funções como titular de cargo político durante dois anos

Estes três arguidos têm pena suspensa sob a condição de entregar e comprovar a transferência da quantia de 25 mil euros, dividido em partes iguais, à “Casa de Formação Cristã da Rainha Santa Isabel” e “Obra do Frei Gil”.

Marco Lagoa e Paulo Silveira foram condenados ao pagamento de 25 mil e 2.500 euros, respetivamente.

No julgamento esteve em destaque a venda de um prédio dos CTT em Coimbra e de outro imóvel em Lisboa.

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