Opinião – Reflexões

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LUIS SANTARINO

Luís Santarino

ACADÉMICA.oaf – Os “militantes” da Académica estão de parabéns.

ACADÉMICA.oaf – Quando um dia disse que o actual presidente não percebia qual o seu significado, muitos não perceberam. Ora aí está a resposta. Toleraram, enquanto não chegaram ao limite da descaracterização!

ACADÉMICA.oaf – Há sempre um limite para tudo.

ACADÉMICA.oaf – Naquele momento, no momento do anúncio da vitória da Académica, lembrei-me do nosso passado colectivo, e, de muitos e bons homens que, apesar de muitas dificuldades nunca viraram a cara a luta e dignificaram o nosso sentimento.

ACADÉMICA.oaf – Sexta-feira respeitámos os nossos antepassados e assumimos a responsabilidade de deixar o melhor aos vindouros.

ACADÉMICA.oaf – É uma sensação indescritível ter privado com muitos dos Presidentes da Académica, tanto da Casa Mãe como depois de 1974. Com todos aprendi muito.

ACADÉMICA.oaf – Júlio Couceiro, primeiro presidente do CAC, que teve a responsabilidade de o organizar; Jorge Anjinho que deu o “que podia e não podia” pela Instituição; Mendes Silva, um homem de inesgotável capacidade de trabalho e de inteligência sublime; Paulo Cardoso, um irreverente e mais próximo da “ideia académica”; Fausto Correia, um Amigo de coração largo; Campos Coroa, o único entre nós, que inspirou dezenas de jovens a ser da Académica, com o seu discurso inflamado e comovente. Não poderia esquecer João Moreno, o homem com quem mais missivas troquei. Uma delas sempre esteve comigo ao longo dos últimos anos…saberão bem porquê!

ACADÉMICA.oaf – Francisco Fortunato Soares foi uma das minhas maiores referências. A vitória da SDUC também é dele, porque nos inspirou a todos com a sua vida dedicada à Académica.

ACADÉMICA.oaf – Homenagem aos veteranos que tiveram a “ousadia” de dizer; “somos da Académica”!

ACADÉMICA 100% – Com trabalho, capacidade de unir e respeito pelo passado, há uma nova geração de “gente briosa” a formar-se! Inteligência e paciência!

BASQUETEBOL/ACADÉMICA – Fez uma época brilhante. Vibrei ontem como não me lembrava. O espírito de sacrifício, a combatividade, o querer e a superação devem deixar Coimbra e a sua Universidade muito orgulhosa.

ACADÉMICA/BASQUETEBOL – A Universidade vai ter de resolver o problema do pavilhão. Uma secção com esta dimensão não pode continuar a andar de “mala às costas” a treinar em pavilhões de escolas. Precisa de ter “casa própria” para desenvolver a sua actividade.

ACADÉMICA/BASQUETEBOL – O pavilhão 1, recordatório de tantas noites de glória, deverá a ser a sua casa. A secção de hóquei em patins deverá ter um espaço para exercer a sua actividade.

CAD/BASQUETEBOL – A subida da equipa feminina à 1ª divisão nacional, coloca o clube sob grande pressão e responsabilidades acrescidas.

CAD/BASQUETEBOL – Para lhes fazer face, é determinante que lhe seja atribuído um local, pavilhão, para treinos permanentes de “todas” as suas equipas.

JOSÉ VITERBO – Venceu com o Eirense uma Taça Distrital. Parabéns a ambos. Mas este “gajo” tem qualidades e qualificações para andar bem mais alto. O futebol é servido por gente cega?

JOSÉ MOURINHO – Para ser um grande treinador falta-lhe um atributo essencial: ser “UM SENHOR”! Vai lá chegar!

HERNÂNI CANIÇO – Participei numa caminhada de solidariedade para com a “Saúde em Português”. Passámos por locais lindíssimos. Coimbra é única!

SEM ABRIGO – Milhares vivem na rua. Em Lisboa são 2000. Uma vergonha para todos nós, mas sobretudo para os nossos governantes. A Europa, tal como a conhecemos agora, não presta. Ou muda, ou teremos de “vir embora”! Ninguém pode tolerar que nossos concidadãos vivam na pior das misérias e na pior das vergonhas. Eu tenho vergonha!

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