Medicina de Reprodução critica falta de apoio à infertilidade

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Teresa Almeida Santos

Teresa Almeida Santos

A limitação dos tratamentos de casais inférteis a apenas  um por ano no Serviço Nacional de Saúde (SNS), foi hoje criticada pela Sociedade Portuguesa de Medicina da Reprodução (SPMR), considerando que pode comprometer o sucesso do apoio médico à reprodução.

“Esta limitação acaba por desmotivar os casais e diminuir a taxa de êxito dos tratamentos”, disse a presidente da SPMR, Teresa Almeida Santos, alertando que “muitos casais podem perder a oportunidade” de ter filhos devido àquela imposição.

No SNS, cada casal pode realizar apenas um ciclo de tratamento por ano, podendo, se for necessário, fazer um total de três tentativas custeadas pelo Estado.

Teresa Almeida Santos falava  a propósito das XXX Jornadas Internacionais de Estudos da Reprodução, promovidas pela SPMR, entre amanhã (sexta-feira) e sábado, no Luso. “Não se justifica que haja um protelar do tratamento. Numa mulher que se aproxima dos 40 anos, isto pode significar que perderá a oportunidade” de ter filhos, afirmou a diretora do Serviço de Reprodução Humana dos Hospitais da Universidade de Coimbra (HUC, atualmente integrados no Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra – CHUC).

5 Comments

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