Navalfoz foi “a minha grande escola”

Foto Cláudia Trindade

Foto Cláudia Trindade

O antigo chefe do departamento de recursos humanos da Navalfoz, Jorge Bugalho, de 55 anos, visitou as instalações da empresa com o DIÁRIO AS BEIRAS.

Enquanto caminhava pelo espaço, que atualmente se encontra abandonado, foi transmitindo à jornalista as suas memórias. “Fiz 14 anos no dia de S. João e quatro dias depois comecei a trabalhar na Navalfoz, que na altura era ainda denominada de Foznave”, afirma Jorge Bugalho, lembrando que ficou também conhecida por Estaleiros Navais da Figueira da Foz.

O funcionário relembra ainda que foi apresentado “ao mestre Benjamim”, que rapidamente lhe deu um balde de tinta. Jorge Bugalho teve que ir para a carreira e colocar-se debaixo de um barco que estava a ser construído. Ali juntou tudo o que fosse peça metálica, colocando no balde para levar para a forja.

“Foi o meu primeiro trabalho: recuperar todo o material. Mas naquela altura também se recuperava tudo”, conta. A sua carreira profissional estava no início e o jovem adolescente era promissor.

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