“Um movimento independente não nasce para viver toda a vida”

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O que resta da Figueira 100% enquanto movimento independente depois da aliança com o PSD para travar a subida do IMI e apresentar uma proposta para a agregação de freguesias?

O que resta do Movimento Figueira 100%, que espero que seja muito, é exatamente aquilo que os figueirenses entenderem que deve restar. (…). Se os figueirenses entenderem que as mesmas razões se mantêm, como eu também entendo, então o movimento pode ser ainda mais do que aquilo que era quando foi criado.

Está a antecipar que o movimento vai candidatar-se às próximas eleições autárquicas?

Não estou a dizer isso.

Então de que forma podem os figueirenses pronunciar-se?

Têm que dar sinais. Importa que as pessoas percebam se aquilo que o movimento fez até aqui lhes dá garantias se deve voltar ou não a eleições.

A Figueira 100% viabilizou a proposta do PS, na câmara, ao abster-se, mas na Assembleia Municipal aliou-se ao PSD e viabilizou a proposta de extinção de quatro freguesias. Como explica esta incongruência?

Não é uma incongruência. Os movimentos têm muita dificuldade em obter mais informação do que aquela que normalmente lhes é fornecida. Se o assunto fosse um mês depois, teríamos votado de outra forma, porque entretanto recolhemos mais informação.

A um ano das eleições autárquicas, ainda não disse se o movimento vai candidatar-se. Até quando vai manter o tabu?

Não é um tabu. Ao contrário dos partidos, que têm a imposição de se candidatarem, num movimento independente não é assim. Um movimento não nasce para viver toda a vida.

Continua a garantir que, se for a votos, o movimento não aceita coligações?

Absolutamente.

Se o movimento não for a votos, admite fazer parte das listas de um partido?

Categoricamente, não.

Esta entrevista pode ser ouvida na íntegra em www.asbeiras.pt, a partir das 19H30 de hoje, e no programa “Clube Privado” da Foz do Mondego Rádio (99.1FM), às 19H00 de hoje e de amanhã e às 22H00 de domingo.

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