“Os santanenses não têm a pretensão de serem agregados” (com som)

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Santana corre o risco de deixar de ter junta, no âmbito da reforma administrativa. Que dizem os santanenses acerca desta possibilidade?

Os santanenses não têm a pretensão de serem agregados – e esperamos que não sejam. A acontecer, não vou, aqui, pronunciar-se sobre A, B ou C. Aliás, a ideia é continuarmos como freguesia autónoma e nem sequer estou a pensar na outra parte.

Mas se houver uma decisão superior, Santana terá de ser agregada. O regresso a Ferreira-a-Nova seria uma solução?

Espero que essa hipótese não se concretize. Como estamos próximos de Ferreira, Alhadas, Maiorca e Moinhos da Gândara, obviamente não fazia sentido juntarmo-nos a uma freguesia distante.

Em Santana há quem defenda que Ferreira devia ser agregada por Santana, e não o invés. Isso faz algum sentido?

E por que não? É um facto que Ferreira é mais antiga e que nos desagregámos dessa freguesia. Mas Moinhos da Gândara – que é mais recente – desagregou-se de Alhadas: vai voltar para Alhadas ou passa para Ferreira ou Santana…? Santana está bem posicionada: tem extensão de saúde, posto de correios, farmácia… Portanto, não deve contar apenas o número de habitantes (1055, mas não foram todos recenseados).

Concorda com a Reforma da Administração Local?

Não. Sei que o país está mal, tem de haver cortes na despesa, mas não creio que seja através da diminuição de juntas de freguesia, que são serviços de proximidade, que vão conseguir reduzir substancialmente a despesa pública.

Como estão as contas da junta?

Estão bem. Apesar da crise, temos dinheiro para gerir o dia a dia, fazer face aos compromissos. Não tem dívidas. Tem dinheiro para fazer frente a qualquer pequeno imprevisto.

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