Crise leva alunos a desistirem dos programas de mobilidade

A Universidade de Coimbra está a registar “um grande número” de desistências de alunos dos programas de mobilidade, como o Erasmus, devido a dificuldades financeiras, disse ontem Samuel Vilela, vice-presidente da direção-geral da Associação Académica de Coimbra (DG-AAC).

“Há cerca de três meses, o número de desistências era de 716 a nível nacional. Boa parte desse total foi de estudantes da Universidade de Coimbra”, afirmou o dirigente.

O DIÁRIO AS BEIRAS contactou fonte da reitoria da instituição universitária que não conseguiu disponibilizar dados sobre a anulação das inscrições no programa Erasmus em tempo útil. Ainda assim, no passado mês de maio, o jornal Público dava conta de 237 desistências num total de 649 candidaturas.

Para Samuel Vilela, estes dados apenas vêm comprovar as conclusões de um estudo divulgado ontem e que revela que a maioria dos estudantes não realizaram qualquer programa de mobilidade internacional (86%), sendo que quase metade (46 %) não o fez por “dificuldades socioeconómicas”.

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