Movimento quer cidadãos a participarem na exigência de 1% do OE para a cultura

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Reivindicar meios para a cultura é um dever de cidadania”. As palavras de Manuel Pires da Rocha, músico e diretor do Conservatório de Música de Coimbra, na quarta-feira, na apresentação pública do grupo de Coimbra destinado a dinamizar o Movimento Manifesto em Defesa da Cultura, enquadram da melhor forma a intenção que move um conjunto cada vez mais alargado de pessoas.

Reivindicação e encontro são, aliás, as motivações maiores do movimento, que prepara para setembro um conjunto de iniciativas destinadas a apresentar à cidade o Manifesto em Defesa da Cultura.

Depois de algumas reuniões preparatórias – que vão prosseguir –, o movimento começou a tomar forma e apresentou-se ontem, num encontro que decorreu no Teatro da Cerca de São Bernardo, com a presença de muitos dos que já o integram e ainda de três dos seus responsáveis – Cristina Janicas (Cooperativa Bonifrates), Manuel Pires da Rocha (Conservatório de Música de Coimbra) e Pedro Rodrigues (A Escola da Noite) –, que explicaram as razões da reivindicação do valor, “simbólico” ainda que “concreto”, de 1% do Orçamento do Estado (OE) para a cultura.

 

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