Largas centenas de fiéis quiseram ver a mão caridosa da Rainha Santa

Terão sido perto de mil os devotos que ontem rumaram ao Mosteiro de Santa Clara-a-Nova. Vieram de vários pontos do país, alguns em excursões organizadas, para ver a mão da Rainha Santa Isabel. Uns por curiosidade, outros por devoção, quase todos os que esperaram na longa fila para ver parte do corpo incorrupto da santa já confessaram ou confiaram todas as dores de alma à bondosa Rainha de Portugal.

Que o diga Isolete Azevedo. Veio de Barcelos para orar. É, aliás, o ritual que mais lhe tem ocupado o tempo desde que a filha faleceu. Veste-se de um negro profundo, como a tristeza que lhe embarga a voz quando fala da fé que a trouxe à Santa Isabel.

“Tenho pedido muito. Peço-lhe muito para olhar pela minha filha”, desabafa.

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