Roubo de cobre pode ditar o fim da União Desportiva da Gândara

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Nos últimos seis meses, as instalações da União Desportiva da Gândara (UDG) foram assaltadas outras tantas vezes, tendo como móbil do crime o roubo de cobre e ferro.

Na semana passada – quinta e sábado – foram subtraídas as infraestruturas do aquecimento da água dos balneários e das águas residuais, provocando prejuízos superiores a dois mil euros.

Se há um mês o presidente do clube de Bom Sucesso se manifestava “desmotivado” e admitia a hipótese de encerrar o clube, ontem, Antonino Oliveira foi mais objetivo: “se a Câmara da Figueira da Foz e a Junta de Bom Sucesso não nos apoiarem financeiramente na reposição do material roubado, será o fim da UDG”, garante o dirigente ao DIÁRIO AS BEIRAS.

O coletivo gandarês tem de inscrever as equipas de futebol até ao final do corrente mês, se quiser continuar a ser federado. Mas a resposta das duas autarquias não augura uma solução a curto prazo. Depois dos dois últimos roubos, nada resta da instalação elétrica e outras infraestruturas de cobre e ferro do campo da Gândara.

“Só falta incendiar o relvado e roubar os tubos da água”, diz, indignado, Antonino Oliveira, acrescentando que “os ladrões estão a prejudicar a comunidade em geral e as crianças que frequentam os escalões de formação em particular”.

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