Opinião – Confusões… planificadas

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M. Pignatelli Queiroz

É o que mais para aí anda, a nível nacional e internacional. Países democráticos (?) dizem que outros atentam contra os direitos humanos, mas dialogam e estabelecem com eles relações comerciais e acocoram-se, subordinando-se e vendendo-se, por exemplo e principalmente à maior anti-democracia da Terra – a China – senhora do Tibete, do Nepal, da Coreia do Norte e de milhões de oprimidos; a Angola, senhora de Cabinda e terra de escravos; ao Irão, República confessional e fundamentalista, sempre ameaçadora com a (não) posse de armamento nuclear.

E outros “parentes pobres”. O Presidente Barack Obama deixou cair a máscara em relação à falta de valores que não defendeu na campanha eleitoral e é agora um fã do intersexualismo! Por cá, fazem-se cair as linhas não só da Lousã, mas do Oeste, parte da Beira Alta (e a de Leste?…) – transportes terrestres – e a RTP, a RDP, a Lusa – comunicação social – isolando-nos cada vez mais face às(os) tentaculares capitais.

O laicismo (não ler laico) avança sub-repticiamente: sob o pretexto do igualitarismo, acabam-se com feriados religiosos e destrói-se o único nacional com ligação a um que nunca existiu (o da fundação), o 1.º de Dezembro (1640). E, perdoe-me V. Exa. Rev.ma Senhor D. Januário dos Reis Torgal, mas faltou a uma virtude cristã fundamental: a prudência. Embora não tenha poderes territoriais é o Capelão das Forças Armadas Portuguesas e, como tal, não pode fazer apelo à rebelião e às arruadas ainda que pacíficas, é certo. Ao mesmo tempo esqueceu-se dos antecedentes mais próximos da crise: a fuga de dois políticos, destruindo dois governos, para altos tachos no Planeta e, principalmente, ao Golpe de Estado legal, planeado e executado pelos então Governador do Banco de Portugal e Presidente da República, destituindo o Governo legítimo do Primeiro-Ministro Pedro Santana Lopes.

E agora temos aí o choradinho permanente dos que também colaboraram em primeiro plano na derrapagem, com realce para o anterior Chefe do Governo, agora a gozar merecidas (…) férias no estrangeiro e a (compor) a licenciatura. Assumamos, cada um, as nossas culpas, principalmente sem “deitar poeira nos olhos dos vizinhos”. Caso contrário, a confusão será mesmo total o restar-nos-à beijar os pés e a terra do “Sol Nascente.”

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