Corso carnavalesco da Mealhada promete muita animação contra a crise

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O Carnaval luso-brasileiro da Mealhada garante “muita animação para fazer esquecer a crise” e volta a apostar num reiimportado” do lado de lá do Atlântico, o ator de novelas Anderson Di Rizzi, disse fonte da organização.

“Queremos que as pessoas se divirtam e, nestes dias, esqueçam a crise”, disse Fernando Saldanha, presidente da Associação de Carnaval da Bairrada (ACB).

Na Mealhada, o ator da novela “Morde e Assopra” vai reinar ao lado da cantora nacional Micaela, em dois desfiles (domingo e terça-feira) agendados para o sambódromo Luís Marques, desenhado nos arruamentos adjacentes ao complexo desportivo municipal.

Acompanham o casal real cerca de 1.500 figurantes, nove grupos de foliões, seis carros alegóricos e quatro escolas de samba.

Fernando Saldanha admitiu que o Carnaval da Mealhada “poderá sofrer na pele” uma redução de visitantes, na terça-feira, devido à falta de tolerância de ponto governamental – apesar da autarquia local a ter mantido para os seus funcionários.

“Mesmo assim, acho que não se vai sentir muito. Afinal de contas, o Carnaval é só uma vez por ano”, alegou.

Mais do que a questão da tolerância de ponto, o presidente da ACB disse à agência Lusa que são as condições atmosféricas que, em fevereiro, determinam a afluência de visitantes.

“Sofremos um bocado com o tempo nos anos anteriores. Se estiver sol, será tudo diferente, as pessoas saem à rua”, afirmou.

Apesar do orçamento ter sido reduzido em cerca de 35 mil euros (para os 145 mil) e a autarquia ter também cortado em dez por cento – dos 90 para os 81 mil – a sua contribuição, a organização entendeu manter o preço das entradas nos cinco euros e promete “um Carnaval mais animado e com mais qualidade”, disse Fernando Saldanha.

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