“Não há vida noturna durante a semana na cidade sem universitários” (com som)

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Foto Pedro Cruz

De que forma sintetiza os 20 anos que passou à frente da discoteca, com o seu irmão António?

Suor e sangue sem lágrimas (risos). A maior parte desse tempo foi boa. Mas não é uma atividade tão fácil como parece.

Qual é a diferença entre a Bergantim de há 20 anos e a de hoje?

A diferença não é muito grande, porque mantivemos a pista do rés do chão com o mesmo tipo de música, pop/rock dos anos 80 e 90. (…) A discoteca continua a ser frequentada por pessoas de vários extratos sociais e gerações.

A Bergantim é uma discoteca de culto?

Sim. Há clientes que começaram a frequentar a discoteca aos 16 anos e continuam a ir lá quase todos os fins de semana. Eu comecei a frequentá-la em 1972. Tenho amigos dessa época que ainda vão lá.

Como é que está a noite figueirense?

Acho que falta uma coisa muito importante, e que já a tivemos – as universidades. Nessa altura havia vida noturna todos os dias. Hoje, é só ao sábado.

A atividade empresarial influenciou a sua obra como pintor?

Em alguns casos, sim. Mas a pintura é algo que ultrapassa tudo o resto – é uma libertação.

Esta entrevista pode ser ouvida na íntegra no programa Clube Privado da Foz do Mondego Rádio (99.1FM), às 19H00 de sexta e de sábado e às 22H00 de domingo, e em www.asbeiras.pt

 

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