MP e acusação pedem pena máxima para Mário Pessoa

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Arquivo - Gonçalo Manuel Martins

Foram feitas, esta segunda-feira (22), as alegações finais do julgamento de Mário Pessoa, 42 anos, acusado de matar a mulher, Manuela Rama, 35 anos, com tiros de caçadeira, o guarda Dias da GNR e de ter ferido o guarda Adérito.

Até à data, o Ministério Público acusava-o de 11 crimes, tendo deixando cair os dois crimes de homicídio qualificado na forma tentada (da filha, na altura com cinco anos, e do militar que ficou ferido), violência doméstica anterior ao dia dos crimes (29 de novembro de 2009) e incêndio (na casa dos pais).

O procurador Jorge Mariano manteve, porém, a acusação de dois crimes de homicídio qualificado, condição perigosa, resistência e coação sobre funcionário e detenção de arma proibida, propondo uma punição de 25 anos. Ou seja, a pena máxima aplicada em Portugal.

Versão completa da edição impressa do DIÁRIO AS BEIRAS de 23 de agosto

2 Comments

  1. Pena máxima, 25 anos, para "animais" como este é muito pouco, devia era haver pena de morte e fazê-lo pagar bem pago, fazer sentir na pele aquilo que ele fez sentir…..

  2. JOAQUIM SANTOS says:

    PENA DE MORTE….se existisse em Portugal…nunca aconteceriam barbaridades semelhantes…PENA DE MORTE EM PORTUGAL ….JÁ

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