Autarcas defendem maior articulação entre Coimbra e Figueira

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Barbosa de Melo e João Ataíde

Os presidentes das câmaras de Coimbra e da Figueira da Foz defenderam ontem uma maior articulação entre as duas cidades. “O eixo Coimbra/Figueira tem de funcionar cada vez mais de forma articulada”, advogou João Barbosa de Melo.

João Ataíde, por sua vez, “pedalou” numa direção definida: “vamos ver se levamos a ciclovia avante”. Todavia, a “praia natural de Coimbra”, onde muitos residentes da capital de distrito têm segunda habitação, ainda não conseguiu convencer a mais antiga universidade do país a instalar um pólo. Mas, adiantou o presidente da Câmara da Figueira da Foz, as conversações com a Universidade de Coimbra avançam no terreno tendo no horizonte a criação de um núcleo de investigação de ciências do mar na foz do Mondego.

“Esta região (do Baixo Mondego) precisa que este pólo cresça de maneira articulada”, reforça João Barbosa de Melo. Falta-lhe, no entanto, uma rede de transportes com capacidade de resposta. “É lamentável que se demore uma hora a percorrer 40 quilómetros”, reconheceu o presidente de Coimbra. E acrescentou que a criação de uma área metropolitana daria um novo impulso ao citado eixo.

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