Capacidade piscatória aumenta mesmo com menos embarcações

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Foto de Jot'Alves

O ministro da Agricultura subscreve a política da União Europeia sobre a preservação das espécies marinhas. Em declarações ao DIÁRIO AS BEIRAS, António Serrano indica que “a sustentabilidade das reservas piscatórias é a grande tese da União Europeia”. Para a sustentar, a Europa dos 27 conta com os pescadores, “os principais aliados para a preservação dos stocks”, destaca o membro do Governo.

Neste momento, lembra António Serrano, não está em causa a frota pesqueira, mas sim o equilíbrio do ecossistema marítimo. Por outras palavras, para evitar o fim de algumas espécies, há que exercer a atividade com paragens biológicas estratégicas. Quanto à capacidade nacional, o titular da pasta das Pescas sublinha que a produção aumentou com menos embarcações. São menos unidades mas estão tecnologicamente evoluídas, proporcionando uma maior eficácia.

A aquicultura contribui para a sustentabilidade que António Serrano defende. O estuário do Mondego reúne condições peculiares para esta modalidade de produção piscícola – os tanques naturais das salinas desativadas. No entanto, este nicho de mercado está subaproveitado, na Figueira da Foz, onde, neste momento, existe (apenas) uma dezena de explorações (ver texto na página…). Quando o assunto assume escala nacional, o Algarve lidera a produção, seguindo-se Mira, com a Pescanova.

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