João Ataíde vai mediar o diferendo entre a Naval e o Ginásio

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As duas providências cautelares e a ação principal que a Naval 1.º de Maio moveu contra o Ginásio Clube Figueirense (GCF) levaram ao corte de relações entre os dois principais clubes da cidade.

Tudo por causa do terreno da antiga carreira de tiro municipal, utilizada pelos navalistas mas que a autarquia cedeu aos ginasistas para a construção da nova piscina. Os processos judiciais remontam a 2007 e o veredito final deu razão ao Ginásio, em dezembro último

Os vereador do PSD Miguel Almeida, o deputado Municipal da Figueira 100% António Jorge Pedrosa e o presidente da Junta de Vila Verde (PS), João Carronda, exortaram o presidente da câmara a mediar o conflito que opões os dois clubes.

Fizeram-no no programa “Câmara Oculta”, da Foz do Mondego Rádio. “É lamentável que ainda não o tenha feito”, frisava o autarca social-democrata. “Não faz sentido o Ginásio e a Naval estarem relações cortadas”, acrescentava, por seu lado, o independente.

Questionado pelo DIÁRIO AS BEIRAS, João Ataíde fazia saber, através do gabinete da presidência, que já havia tomado a iniciativa de mediar o conflito. Adiantava ainda que “está para agendamento a respetiva reunião”.

Porém, os bons ofícios do presidente da Câmara da Figueira poderão não obter os efeitos pretendidos. “A anterior câmara fez o que fez e espero que esta não vá pelo mesmo caminho…”, disse Aprígio dos Santos.

Indagado acerca da sua disponibilidade para dialogar com o Ginásio, evasivo, o presidente da Naval deixa no entanto transparecer indisponibilidade.

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