Comissão para retirar despesas a mais no projeto do Metro (com som)

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Foto António Alves

Declarações de João Paulo Barbosa de Melo à saída da reunião

 

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Declarações de Correia da Fonseca à saída da reunião

 

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O Governo vai adjudicar, dentro de semanas, as obras entre o Alto de S. João e S. José. A garantia foi ontem dada aos autarcas pelo ministro António Mendonça e o secretário de Estado Correia da Fonseca.

Mas para que tal seja possível, a intervenção já terá em conta as indicações saídas da comissão criada pelas câmaras, secretaria de Estado e Metro Mondego. Esta entidade terá um único objetivo: retirar “gorduras” do projeto. Ou seja, ver de que forma é “que é possível poupar” para que as obras avancem.

Desta forma, o projeto de requalificação da Praça 25 de Abril, junto ao Estádio Cidade de Coimbra, não será realizado. No fundo, e como referiu Correia da Fonseca, não será possível concretizar a “forte componente de reabilitação urbana” que o projeto tinha. A mesma medida será tomada no troço entre S. José e a Portagem, cujo concurso deverá ser lançado pouco tempo depois do traçado na Solum.

Para que tal seja possível, o Governo não vai avançar agora com a colocação dos carris e das catenárias – necessários para a circulação das carruagens. Esta verba, segundo o Governo, ajudará, em conjunto com as poupanças conseguidas dentro da cidade de Coimbra, a que as obras avancem entre o Alto de S. João e o Largo da Portagem.

Só depois o Governo lançará as obras de colocação das catenárias e dos carris. Esta reprogramação atira, como anteontem referiu o secretário de Estado, o projeto para 2014, sendo esta  a nova data prevista para que a população da Lousã e Miranda do Corvo possa fazer a viagem em metro para a cidade de Coimbra.

Coimbra-B é essencial

João Paulo Barbosa de Melo foi o porta-voz dos autarcas. O presidente da câmara de Coimbra salientou a importância que tem a manutenção do projeto em ferrovia, bem como a disponibilidade revelada pelos autarcas para que se encontrem formas de diminuir os gastos com a intervenção nos três concelhos.

Apesar da satisfação, o autarca não se esqueceu de lembrar que a intervenção não pode ficar na Portagem. Na sua opinião, é essencial que vá, pelo menos, até Coimbra-B. “É essencial que assim aconteça, porque só no seu todo o projeto é sustentável”, frisou.

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