PJ e GNR prestam declarações no julgamento de Mário Pessoa

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Realiza-se hoje (4) a terceira sessão do julgamento de Mário Pessoa, 41 anos, natural de Carapinheira, numa sessão que tem início marcado para as 09H45 e que deverá prolongar-se até ao final do dia, durante a qual o coletivo de juízes deverá ouvir elementos da PJ e da GNR.

O homicida é acusado de ter matado a mulher, Manuela, à queima-roupa, com tiros de caçadeira, e, momentos depois, o soldado Dias, da GNR de Montemor-o-Velho, com disparos de um revólver. É ainda acusado de ter atingido a tiro outro militar, que sobreviveu.

Ao todo, está a responder por 11 crimes. Na primeira sessão do julgamento, Mário Pessoa disse que a sua intenção era suicidar-se diante da mulher, mas acabou por matá-la à frente da filha, de cinco anos, e tirar a vida a um dos guardas que o deteve.

Manuela, 35 anos, também ela natural de Carapinheira, foi assassinada por Mário Pessoa, de quem estava separada, no dia 29 de novembro de 2009, quando seguia no interior da ambulância dos Bombeiros Voluntários de Montemor-o-Velho. Estava a ser conduzida ao Gabinete Médico-Legal da Figueira da Foz e acabara de apresentar queixa no posto da GNR contra o seu executor, na qualidade de vítima de violência doméstica.

2 Comments

  1. É de lamentar existir tanta vítima de violência doméstica, levando
    ao ponto de cometer estes crimes.
    Na minha opinião, só pode haver um desiquilíbrio emulsional , psicológico ou até genético, que levam a praticar tais violentos actos.

  2. Peço imensa desculpa á comentadora anterior. Neste indíviduo,se assim se pode chamar, eu preferia chamar-lhe monstro,penso que nemhum dos pressupostos se aplica,dado o conhecimento do caso. Se fosse de outros problemas marginais, e sabe a que refiro,ainda vá que não vá. Nada justifica o que fez, pena em Porugal as penas não sejam pérpetuas,pois este marginall merecia.Não me venham com exames psicológicos,psiquiátricos e coisas do género,isso são as "manobras" do costume.Nunca mais deveris sair da prisão e trabalhar lá para comer. para não ser o conribuiente a sustentar este e outros assassinos.Aqui não houvesse só violência doméstica.

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