Semáforos são a solução para a rotunda do Almegue

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A investigadora da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC) referiu ao DIÁRIO AS BEIRAS que um dos problemas da rotunda começou a ser sentido depois da abertura ao trânsito da variante Sul do IC2. Ana Bastos disse que o trabalho desenvolvido pela autarquia de completar o anel rodoviário exterior à cidade permitiu resolver alguns dos problemas como o da rotunda do Portugal dos Pequenitos. “Resolveu-se de um lado, mas migraram para outra zona”, disse. O nó do Almegue é, a par da Casa do Sal, um dos problemas da cidade.

Como tal, a especialista entende que as preocupações da câmara devem passar por resolver esta questão, em conjunto com a Estradas de Portugal. É que, para esta rotunda funcionar bem, Ana Bastos entende que “o tráfego vindo das várias entradas deverá ser equilibrado, o que não acontece atualmente”. “Há alguns erros técnicos”, frisa, pois era necessário “que os tráfegos fossem equilibrados nas várias entradas, o que não acontece nas horas de ponta matinais e vespertinas”.

O tráfego conflituante é outro dos problemas do anel que foi construído provisoriamente. É que a obra prevista para aquela zona – desnivelamento direto de ligação à nova ponte sobre o Mondego – seria inserida na autoestrada Coimbra-Viseu.

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