IAPMEI reconhece excelência a mais de 350 empresas do Centro

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A excelência das pequenas e médias empresas (PME) portuguesas vai ser reconhecida terça-feira, em cerimónia marcada para as 14H30, no Europarque, em Santa Maria da Feira.

E a região Centro está de parabéns. Das cerca de 1.100 empresas distinguidas a nível nacional com este estatuto, 356 estão instaladas nos distritos de Aveiro (124), Castelo Branco (21), Coimbra (61), Guarda (16), Leiria (80) e Viseu (54) representativas de vários setores de atividade. Um número que este ano subiu consideravelmente em relação à edição de 2009, ano em que a região Centro foi contemplada com 136 PME’s Excelência. Feitas as contas, mais de 200 empresas da região Centro provam ter optado pelos “melhores desempenhos económico, financeiro e de gestão”, numa parceria com os principais bancos que, desde o início, se encontram ligados a uma iniciativa do Instituto de Apoio às Pequenas e Médias Empresas e à Inovação (IAPMEI).

“As PME Excelência são empresas financeiramente sólidas, que têm sabido manter altos padrões competitivos, com apostas em estratégias de inovação e internacionalização, e que têm contributos ativos nas dinâmicas de desenvolvimento e de emprego das várias regiões”. E os números falam por si. Em meados de 2009, as PME Excelência geravam 19 mil postos de trabalho diretos e um volume de negócios de quase três mil milhões de euros por ano.

Há quem diga que estes números estão hoje desatualizados, tendo em conta as situações de falência e de descapitalização registadas, sobretudo, nos últimos dois anos e que mais atingiram as pequenas e médias empresas. Mas, talvez assim não seja. Afinal, em ambiente pouco amigável, cresceu o número de PME’s que garantiram o cumprimento dos critérios apontados pelos promotores do estatuto: autonomia financeira (capitais próprios/ativo, na ordem dos 35 por cento); crescimento do volume de negócios face a 2009 (na ordem dos 10 por cento); rendibilidade dos capitais próprios (resultados líquidos/capitais próprios de 10 por cento) e rendibilidade do ativo (resultados líquidos/ativo líquido de cerca de três por cento).

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