Hospital de Castelo Branco entra em profunda reestruturação

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A unidade Local de Saúde de Castelo Branco apresentou o Plano Diretor e Funcional para o Hospital Amato Lusitano, que pretende englobar o próprio funcionamento da instituição, nomeadamente o hospital de dia e a prestação da assistência ambulatória.

O presidente do conselho de administração, Luís Correia considera que o Plano Diretor e Funcional é um documento que não está relacionado com um projeto de obras. “Trata-se essencialmente de um documento orientador e estruturante para a ULS. Não representa uma mudança radical, mas sim uma orientação para a evolução do hospital, que se vai fazendo à medida das necessidades”.

Numa primeira fase da obra, será dada prioridade à construção do novo edifício que permite acolher as atividades em ambulatório.

No que se refere à área de internamento esta vai manter-se, mas com tendência para a sua diminuição, com as atuais 320 camas a diminuirpara 282, agrupadas em 13 unidades, podendo atingir as 303, numa situação de emergência ou numa catástrofe.

Também as enfermarias sofrem uma alteração que visa maior qualidade aos doentes, pois surgirão quartos individuais e quartos duplos.

Nesta autêntica revolução hospitalar, prevê-se que o Hospital Dia Geral possa realizar mais de seis mil assistências referindo-se que o serviço de Cirurgia Maior em Ambulatório registará um número superior a 2300 intervenções.O já desativado heliporto vai dar lugar à construção de um edifício.

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