Câmara de Coimbra alojou 93 famílias carenciadas

Francisco Queirós disse ontem que não será com os meios de que dispõe, enquanto vereador com competência na área da habitação, que se resolverá o “gravíssimo problema da habitação do concelho”. No entanto, apesar da escassez de meios, foi possível alojar durante este primeiro ano de mandato, 93 famílias carenciadas em Coimbra.

O vereador, que ontem fez o balanço de um ano de mandato, voltou a alertar para o agravamento da situação social e o aumento dramático dos pedidos de habitação, que neste momento se cifram nos 600 pedidos, só em Coimbra. Francisco Queiroz acredita, porém, que nos próximos anos será possível dar um novo impulso à requalificação de bairros municipais, através da nova fase do programa Prohabita – “que a CDU conseguiu que fosse aprovada” – e que permitirá requalificar vários bairros municipais e iniciar a construção de outros bairros, nomeadamente Almas de Fala, Taveiro e Quinta da Fonte do Castanheiro.

“Enquanto vereador tenho privilegiado a denúncia de políticas que não servem o concelho”, afirmou o edil, tendo dado como exemplo a votação do Plano e Orçamento da empresa municipal Águas de Coimbra, em que só a CDU votou contra.

Também na Assembleia Municipal a CDU, que obteve quatro mandatos (a que se juntam cinco presidentes de junta de freguesia) tem lutado no sentido de “melhorar qualidade de vida em Coimbra”. Prova disso – referiu -, o facto de ter exigido a baixa das taxas de IMI ou de ter vindo a reivindicar que 10 por cento do orçamento da autarquia seja transferido para as juntas de freguesia.

Sobre a eventual saída de Carlos Encarnação da Câmara de Coimbra, Queirós disse apenas que continuará “a trabalhar”, “qualquer que seja o cenário”. “Estamos cá para o que der e vier”, garantiu.

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