Algumas consultas no Hospital da Covilhã foram realizadas

As opiniões na ala de consultas externas do Hospital da Covilhã dividiam-se hoje (24) de manhã entre quem não sentia nenhum efeito da greve geral e os utentes que não foram atendidos por causa da paralisação.

Segundo António Cardona, delegado do Sindicato da Função Pública, o setor de auxiliares e secretariado foi o mais afetado durante a noite no Hospital da Covilhã, sendo o único sobre o qual estão disponíveis dados de adesão.

“Dos 21 auxiliares na escala, apenas cinco não fizeram greve”, referiu, antevendo uma “grande paralisação” no resto do dia.

Sem pessoal auxiliar e secretariado nas diversas valências do hospital, “vários serviços deverão ser adiados”, acrescentou.

Foi o caso dos exames que Imelda Miranda esperava realizar hoje, para os quais foi chamada às 18:00 de terça-feira, mas que só soube que afinal não se realizavam quando chegou ao hospital.

“Eu sabia que havia greve, mas telefonaram-me à noite para estar aqui. Acho mal que tenhamos de fazer esta deslocação, desde Belmonte até à Covilhã, para nada”, sublinhou.

Ana Maria Januário teve mais sorte e foi atendida, sem sequer notar grandes diferenças: “Acho que está tudo normal, como noutros dias”.

Também Albertino Pereira viu confirmada a consulta que estava marcada para hoje, mas notou que “há muito menos movimento, nada que se compare com outros dias”.

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