Empresa municipal Figueira Paranova tem de pagar dois milhões em abril

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A parceria público-privada Figueira Paranova para reabilitação e venda de habitações, entretanto transformada em empresa municipal, tem de pagar dois milhões de euros à banca em abril de 2011. O vereador Carlos Monteiro convocou uma assembleia geral de acionistas para debater aquele assunto.

Segundo fonte ligada ao processo adiantou ao DIÁRIO AS BEIRAS, o acionista Figueira Center Investimentos Imobiliários ficou de avançar propostas no início do próximo mês. Os custos de funcionamento são reduzidos, já que a empresa municipal se encontra sedeada na autarquia.

Porém, os encargos financeiros começam, agora, a pesar. Até porque a estrutura ainda não conseguiu vender nenhum dos 18 apartamentos reabilitados, na Baixa da cidade. A recalendarização do pagamento dos dois milhões de euros deverá ser um dos assuntos a debater na próxima assembleia.

Entretanto, a extinção da Figueira Paranova continua em aberto. Mas a decisão está pendente de um estudo que a câmara encomendou para decidir o destino a dar às cinco empresas municipais. A estrutura societária é constituída pela câmara municipal, através da Figueira Domus (52 por cento), pela Visabeira (28 por cento) e pelo referido acionista, que detém os restantes 20 por cento das ações.

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