Todos começam ano lectivo a 13… menos um

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Foto Gonçalo Manuel Martins

13 de Setembro. Um ano volvido e a tutela antecipou ainda mais as datas para abertura do novo ano lectivo. Seguir a tendência da Europa, dizem uns. Ceder às pressões dos pais, argumentam outros.

Assim, as aulas do pré-escolar e dos ensinos básico e secundário vão ter início entre os dias 8 e 13 de Setembro. A tendência, porém, é para que quase todo o país “estique” o prazo até ao limite. 13 de Setembro, portanto.

A antecipação requer, desde logo, trabalho suplementar. A turbulência com que terminou o ano anterior acrescenta exigências e esforço redobrados. Em causa, por um lado, o fecho de inúmeras escolas do 1.º ciclo com menos de 20 alunos e, por outro lado, a constituição de alguns mega-agrupamentos, com a consequente incorporação de estabelecimentos, a articulação administrativa e o reenquadramento dos recursos humanos.

Tudo isto levou a um necessário reordenamento da rede escolar. Assim, só na região Centro, foram 152 as escolas a fechar (701 em todo o país). Quanto à agregação de agrupamentos, são algumas dezenas, embora, num caso e noutro, a ambição inicial da tutela fosse bem mais ampla.

O pré-escolar e o 1.º ciclo, como se sabe, implicam trabalho de parceria do Ministério da Educação e das autarquias. De ambos os lados há tensões antigas que, agora, se esbatem. Um olhar sobre a região, incidindo sobretudo no distrito de Coimbra e concelhos limítrofes, permite uma conclusão: apenas na Lousã vai ser necessário esperar mais uns dias para o início das aulas (ver à parte).

No caso de Coimbra, a perspectiva é de cumprimento total, assegura o director municipal de Educação, João Carlos Gaspar. Houve obras em escolas, há algumas ainda em curso (Coselhas, por exemplo) e outras, mesmo, que só agora começam (como o Tovim).

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