Abertura de concurso para obra do Baixo Mondego

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A nota de imprensa da respectiva secretaria de Estado acrescenta que a empreitada enquadra-se no plano de Aproveitamento Hidroagrícola do Baixo Mondego e tem apoios do programa comunitário PRODER.
Através do mesmo meio, o gabinete de Rui Pedro Barreiro considera aquelas infra-estruturas determinantes para o desenvolvimento do restante conjunto de obras previstas para os blocos de rega de Fôja e Maiorca Norte. A empreitada que vai a concurso está orçada em 1,8 milhões de euros. Para Carlos Laranjeira, porém, representa “um passinho num passo grande que é necessário dar nos blocos que estão em atraso, nomeadamente o da margem esquerda e do Campo do Bolão”.
Não obstante, o presidente da Associação de Agricultores do Vale do Mondego congratula-se com o lançamento do citado concurso. “É com grande satisfação que tomo conhecimento da decisão, porque vai atenuar as condições de trabalho difíceis dos agricultores, ao permitir controlar a água, tanto para regar como para enxaguar”, sublinha Carlos Laranjeira.
Quanto ao resto da obra que falta fazer, aquele responsável adianta que “está encadeada em questões processuais, mas tudo leva a crer que volte a haver boas notícias até ao final do ano”. Há várias décadas que os autarcas e os agricultores do Baixo Mondego reivindicam a conclusão das obras de regularização do regadio. Contudo, por razões orçamentais, os sucessivos governos têm adiado o início do fim de uma das mais complexas obras de engenharia realizadas na Europa.
Sempre que o tema é recuperado, as entidades do Estado defendem o princípio do utilizador pagador. Porém, Carlos Laranjeira lembra que “os agricultores já pagam uma taxa de manutenção e conservação”. Por outro lado, continua, deram cinco por cento da sua área para a criação de infra-estruturas para o regadio.
Neste momento, revela Carlos Laranjeira, “está em curso o processo de quantificação, no âmbito de uma grande abertura” da parte da Administração da Região Hidrográfica do Centro”. O diálogo, conclui, “visa encontrar a solução mais justa e honesta possível para o pagamento da água”. A referida associação sectorial representa cerce de cinco mil associados.

O Secretário de Estado das Florestas e Desenvolvimento Rural, Rui Pedro Barreiro, aprovou a abertura do concurso público para a construção das Pontes das Serradas e da Salgueira e do sistema de adução aos blocos de Fôja e Maiorca Norte. A nota de imprensa da respectiva secretaria de Estado acrescenta que a empreitada enquadra-se no plano de Aproveitamento Hidroagrícola do Baixo Mondego e tem apoios do programa comunitário PRODER.Através do mesmo meio, o gabinete de Rui Pedro Barreiro considera aquelas infra-estruturas determinantes para o desenvolvimento do restante conjunto de obras previstas para os blocos de rega de Fôja e Maiorca Norte. A empreitada que vai a concurso está orçada em 1,8 milhões de euros. Para Carlos Laranjeira, porém, representa “um passinho num passo grande que é necessário dar nos blocos que estão em atraso, nomeadamente o da margem esquerda e do Campo do Bolão”.Não obstante, o presidente da Associação de Agricultores do Vale do Mondego congratula-se com o lançamento do citado concurso. “É com grande satisfação que tomo conhecimento da decisão, porque vai atenuar as condições de trabalho difíceis dos agricultores, ao permitir controlar a água, tanto para regar como para enxaguar”, sublinha Carlos Laranjeira.Quanto ao resto da obra que falta fazer, aquele responsável adianta que “está encadeada em questões processuais, mas tudo leva a crer que volte a haver boas notícias até ao final do ano”. Há várias décadas que os autarcas e os agricultores do Baixo Mondego reivindicam a conclusão das obras de regularização do regadio. Contudo, por razões orçamentais, os sucessivos governos têm adiado o início do fim de uma das mais complexas obras de engenharia realizadas na Europa.Sempre que o tema é recuperado, as entidades do Estado defendem o princípio do utilizador pagador. Porém, Carlos Laranjeira lembra que “os agricultores já pagam uma taxa de manutenção e conservação”. Por outro lado, continua, deram cinco por cento da sua área para a criação de infra-estruturas para o regadio.Neste momento, revela Carlos Laranjeira, “está em curso o processo de quantificação, no âmbito de uma grande abertura” da parte da Administração da Região Hidrográfica do Centro”. O diálogo, conclui, “visa encontrar a solução mais justa e honesta possível para o pagamento da água”. A referida associação sectorial representa cerce de cinco mil associados.

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