Nova Makro de Coimbra abre em meados de Setembro

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A Makro, empresa instalada em Coimbra desde 1993, vai transferir-se para perto de Eiras. Um investimento de 14 milhões de euros.

“Sendo um investimento desta dimensão, capaz de criar postos de trabalho e riqueza, o presidente da câmara tem que estar presente”. Foi assim que o chefe da edilidade de Coimbra, Carlos Encarnação, justificou a sua presença numa cerimónia que decorreu ontem no próprio local das obras. Em meados de Setembro, dentro de mês e meio, abrirá a nova loja que se destina a um universo de cerca de 30 mil clientes, ou seja empresas, entre cafés, restaurantes e mercearias, mal também lojas de electrodomésticos e informática, construção civil e pequenas indústrias.

Tanto o presidente do grupo em Portugal, Matthias Hinz, como o director da loja de Coimbra, Luís Carneiro, insistiram na tónica da relocalização, uma decisão que tinha que ser tomada porque “a localização da actual loja Makro, por via do crescimento natural e estrutural da cidade, demonstrou nos estudos de mercado não ser a melhor localização para os clientes profissionais”, sublinhou Luís Carneiro.

Em jeito de brincadeira, o director local referiu-se à transferência das instalações, não deixando de sublinhar a dúvida que se irá colocar quanto ao nome da estrutura viária que a população de Coimbra se habitou a chamar “rotunda da Makro”.

Equipa mantém-se

Toda a equipa de colaboradores da actual loja será transferida, enquanto o terreno e edifício actual são ocupados pela multinacional de bricolage e decoração Leroy Merlin, resultado de um negócio já consumado.

O director da área comercial, António Pinheiro, explicou que em apenas um ano foi possível concretizar a decisão de mudança, “contando com uma boa colaboração da autarquia, como aliás tem acontecido, em geral, com outras câmaras municipais”.

A Makro está representada em 33 países com 670 lojas grossistas e cerca de 300 mil funcionários. A nova loja de Coimbra apostou na redução do consumo energético em cerca de 25 por cento, só possível através de sistemas inovadores de consumo, tanto mais que há uma aposta redobrada na cadeia de frio e zonas climatizadas frescas.

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