11 | ABR | 07
QUARTA-FEIRA

















   

António Rosado

BATALHA
Município reduziu défice
 
A contenção financeira associada a implementação do Sistema de Gestão de Qualidade, permitiu a redução das dívidas da autarquia e lançar as bases para candidaturas ao QREN.

As contas da Câmara Municipal da Batalha referentes a 2006 foram aprovadas por unanimidade na última reunião do executivo. Reconhecendo que a execução do Plano Plurianual de Investimentos ficou aquém do esperado, devido (em grande parte) à "quebra significativa dos fundos comunitários", o presidente da autarquia, António Lucas, fez saber que "num contexto de atenuação dos investimentos públicos, o Município da Batalha orientou a sua intervenção para projectos que são integrados no próximo Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN)".
Aliás, segundo informações da autarquia, se não existissem amortizações de capital (com redução do endividamento à banca) o resultado líquido do exercício de 2006 rondaria os 2.5 milhões de Euros. António Lucas, eleito pelo PSD com 70 por cento dos votos, realça que este resultado só foi possível devido "à excelente articulação entre o executivo, a Assembleia Municipal, as juntas de freguesia, os colaboradores, os empreiteiros e os fornecedores".
Como encargos extraordinários surgiram os prejuízos de cerca de 500 mil euros originados pelas cheias de Outubro passado. O respectivo Caderno de Encargos e Programa de Concurso dá conta da necessidade de proceder à recuperação de vias de comunicação, valetas, colectores pluviais, pontes e pontões, consolidação de margens do Rio Lena e a outros cursos de água localizados dentro dos perímetros urbanos.

85 mil euros para colectividades
Treze colectividades de cultura e desporto receberam anteontem um total de 85 mil euros da autarquia, ao abrigo dos Protocolos de Apoio ao Desenvolvimento Cultural e Associativo do concelho. Segundo os serviços do pelouro respectivo, estes apoios apostam numa "política que promova o aparecimento e a realização de projectos culturais, recreativos, sociais e desportivos a organizar pelas associações concelhias, que se revelem de reconhecida qualidade face às populações". O presidente da Câmara da Batalha, considerou que, "apesar da conjuntura económica não ser a mais favorável", é fundamental conceder justos apoios a "projectos desportivos, culturais e sociais que foram submetidos a candidatura".


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Artigo de Opinião


José Basílio Simões
Docente da U.C.

Coimbra Living Lab

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