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	<title>Diario As Beiras</title>
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		<title>“Gosto muito deste descanso, deste romance, deste bucolismo”</title>
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		<pubDate>Sat, 12 May 2012 14:00:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jot.Alves</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O aguarelista Cunha Rocha encontra nas paisagens do Baixo Mondego a sua fonte de inspiração ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.asbeiras.pt/wp-content/uploads/2012/05/10-CUNHA-ROCHA-PAC-3.jpg"><img class="size-medium wp-image-54009 aligncenter" title="10 CUNHA ROCHA  PAC (3)" src="http://www.asbeiras.pt/wp-content/uploads/2012/05/10-CUNHA-ROCHA-PAC-3-300x168.jpg" alt="" width="300" height="168" /></a></p>

<p><strong>A medalha de mérito cultural que lhe foi recentemente atribuída pela Câmara da Figueira da Foz é a homenagem que a cidade lhe devia</strong>?</p>
<p>Seria presunçoso da minha parte dizer que a cidade me devia isso. Mas acho que trabalhei o suficiente pela cidade para esta me distinguir com a medalha. Para além da minha obra (sobre a Figueira da Foz), estivesse sempre à disposição da câmara e dos serviços de turismo, e nunca levei um tostão, mas sempre com muito gosto em colaborar.</p>
<p><strong>Na altura disse que aquela foi a primeira vez que se sentia reconhecido em Portugal. Pertencemos a um país que lhe custa reconhecer o mérito dos seus cidadãos?</strong></p>
<p>Infelizmente, parece que sim. Pelo trabalho que já fiz, acho que merecia um reconhecimento há mais tempo, e não aos 80 anos. Já tinha sido reconhecido oficiosamente, mas oficialmente foi a primeira vez. No Rio de Janeiro pintei um quadro que me valeu uma medalha de ouro no Brasil. Recebi vários prémios no estrangeiro.</p>
<p><strong>De que forma foi marcado pela sua itinerância pelo estrangeiro?</strong></p>
<p>Vivi muito, conheci muito, aprendi muito, marcou-me muito.</p>
<p><strong>É natural de Coimbra, mas adotou a Figueira da Foz para viver e trabalhar. Que encantos tem esta cidade?</strong></p>
<p>Adorava Coimbra, mas hoje não era capaz de viver lá, porque, depois de ter saído de Coimbra, vivi sempre em cidades muito grandes. Além da luminosidade, a Figueira da Foz tem o sossego. Gosto muito mais da cidade no inverno do que no verão. Gosto muito deste descanso, deste romance, desta vida, deste bucolismo.</p>
<p><strong>A crise fez baixar o preço das obras de arte diretamente compradas aos artistas?</strong></p>
<p>Não. Pode-se vender menos, mas a crise não fez baixar os preços. Os artistas vão tentando manter os preços, mas são capazes de vender menos. Tenho vendido menos, mas também já não produzo tanto como produzia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Esta entrevista pode ser ouvida na íntegra no programa “Clube Privado” da Foz do Mondego Rádio (99.1FM), às 19H00 de sexta e de sábado e às 22H00 de domingo, e em www.asbeiras.pt.</p>
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A medalha de mérito cultural que lhe foi recentemente atribuída pela Câmara da Figueira da Foz é a homenagem que a cidade lhe devia?
Seria presunçoso da minha parte dizer que a cidade me devia isso. Mas acho que trabalhei o suficiente pela cidade para esta me distinguir com a medalha. Para além da minha obra (sobre a Figueira da Foz), estivesse sempre à disposição da câmara e dos serviços de turismo, e nunca levei um tostão, mas sempre com muito gosto em colaborar.
Na altura disse que aquela foi a primeira vez que se sentia reconhecido em Portugal. Pertencemos a um país que lhe custa reconhecer o mérito dos seus cidadãos?
Infelizmente, parece que sim. Pelo trabalho que já fiz, acho que merecia um reconhecimento há mais tempo, e não aos 80 anos. Já tinha sido reconhecido oficiosamente, mas oficialmente foi a primeira vez. No Rio de Janeiro pintei um quadro que me valeu uma medalha de ouro no Brasil. Recebi vários prémios no estrangeiro.
De que forma foi marcado pela sua itinerância pelo estrangeiro?
Vivi muito, conheci muito, aprendi muito, marcou-me muito.
É natural de Coimbra, mas adotou a Figueira da Foz para viver e trabalhar. Que encantos tem esta cidade?
Adorava Coimbra, mas hoje não era capaz de viver lá, porque, depois de ter saído de Coimbra, vivi sempre em cidades muito grandes. Além da luminosidade, a Figueira da Foz tem o sossego. Gosto muito mais da cidade no inverno do que no verão. Gosto muito deste descanso, deste romance, desta vida, deste bucolismo.
A crise fez baixar o preço das obras de arte diretamente compradas aos artistas?
Não. Pode-se vender menos, mas a crise não fez baixar os preços. Os artistas vão tentando manter os preços, mas são capazes de vender menos. Tenho vendido menos, mas também já não produzo tanto como produzia.
 
Esta entrevista pode ser ouvida na íntegra no programa “Clube Privado” da Foz do Mondego Rádio (99.1FM), às 19H00 de sexta e de sábado e às 22H00 de domingo, e em www.asbeiras.pt.
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<itunes:subtitle>O aguarelista Cunha Rocha encontra nas paisagens do Baixo Mondego a sua fonte de inspiração </itunes:subtitle>
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		<title>“Certamente não irei candidatar-me ao segundo mandato”</title>
		<link>http://www.asbeiras.pt/2012/05/certamente-nao-irei-candidatar-me-ao-segundo-mandato/</link>
		<comments>http://www.asbeiras.pt/2012/05/certamente-nao-irei-candidatar-me-ao-segundo-mandato/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 04 May 2012 10:25:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jot.Alves</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Presidente da junta de freguesia, Filipe Dias, vai fazendo obra em Maiorca com a ajuda de voluntários, porque o dinheiro é pouco e as dívidas são muitas]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.asbeiras.pt/wp-content/uploads/2012/05/13-FILIPE-DIAS-MAIORCA-JA-.jpg"><img class="size-medium wp-image-53495 aligncenter" title="FILIPE DIAS JOT ALVES" src="http://www.asbeiras.pt/wp-content/uploads/2012/05/13-FILIPE-DIAS-MAIORCA-JA--300x168.jpg" alt="" width="300" height="168" /></a></p>

<p><strong>A Reforma da Administração Local passou ao lado de Maiorca?</strong></p>
<p>Felizmente, passou. A primeira versão do Livro Verde contemplava a extinção da freguesia, mas logo nos manifestámos contra; não só devido ao número de habitantes, mas principalmente devido à sua história.</p>
<p><strong>O Largo da Feira Velha vai ser requalificado durante o atual mandato?</strong></p>
<p>A esperança é a última coisa a morrer… O executivo municipal tem feito um esforço enorme para o projeto avançar. Espero que a obra tenha início ainda este verão e que possa estar concluída até ao final do mandato.</p>
<p><strong>A Findagrim este ano vai ser afetada pela crise?</strong></p>
<p>Perante a crise, dou-me como satisfeito por repetir o número de expositores (100) e de visitantes (20 mil) do ano passado. Neste momento, temos confirmados 70 expositores. (…) O preço da entrada deverá passar de um para dois euros, porque a feira tem de ser autossuficiente. Por outro lado, vamos ter vários artistas de renome nacional. O orçamento da Findagrim para 2012 é de cerca de 70 mil euros.</p>
<p><strong>Que diagnóstico faz da saúde financeira da junta?</strong></p>
<p>A junta mantém as principais dívidas (herdadas do anterior executivo). Ainda devemos mais de 50 mil euros a fornecedores. Temos tentado pagar, mas não conseguimos.</p>
<p><strong>Quando é que o Paço de Maiorca reabre como hotel?</strong></p>
<p>Este processo é da responsabilidade da Câmara da Figueira da Foz. Ambicionamos que, a qualquer momento, as obras sejam concluídas e que a unidade hoteleira possa abrir, mas não posso avançar datas porque as desconheço.</p>
<p><strong>Vai recandidatar-se ao segundo mandato?</strong></p>
<p>Se as eleições fossem agora, não me recandidatava. Este desafio foi para quatro anos, não foi feito para oito nem para 12. Por muito que eu queira dar aos outros, tenho de pensar na minha vida profissional, e neste momento não tenho condições para corresponder a mais um mandato. Certamente não irei recandidatar-me.</p>
<p><em>Esta entrevista pode ser ouvida na íntegra em www.asbeiras.pt, a partir das 19H30 de hoje, e no programa “Clube Privado” da Foz do Mondego Rádio (99.1FM), às 19H00 de hoje e de amanhã e às 22H00 de domingo.</em></p>
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A Reforma da Administração Local passou ao lado de Maiorca?
Felizmente, passou. A primeira versão do Livro Verde contemplava a extinção da freguesia, mas logo nos manifestámos contra; não só devido ao número de habitantes, mas principalmente devido à sua história.
O Largo da Feira Velha vai ser requalificado durante o atual mandato?
A esperança é a última coisa a morrer… O executivo municipal tem feito um esforço enorme para o projeto avançar. Espero que a obra tenha início ainda este verão e que possa estar concluída até ao final do mandato.
A Findagrim este ano vai ser afetada pela crise?
Perante a crise, dou-me como satisfeito por repetir o número de expositores (100) e de visitantes (20 mil) do ano passado. Neste momento, temos confirmados 70 expositores. (…) O preço da entrada deverá passar de um para dois euros, porque a feira tem de ser autossuficiente. Por outro lado, vamos ter vários artistas de renome nacional. O orçamento da Findagrim para 2012 é de cerca de 70 mil euros.
Que diagnóstico faz da saúde financeira da junta?
A junta mantém as principais dívidas (herdadas do anterior executivo). Ainda devemos mais de 50 mil euros a fornecedores. Temos tentado pagar, mas não conseguimos.
Quando é que o Paço de Maiorca reabre como hotel?
Este processo é da responsabilidade da Câmara da Figueira da Foz. Ambicionamos que, a qualquer momento, as obras sejam concluídas e que a unidade hoteleira possa abrir, mas não posso avançar datas porque as desconheço.
Vai recandidatar-se ao segundo mandato?
Se as eleições fossem agora, não me recandidatava. Este desafio foi para quatro anos, não foi feito para oito nem para 12. Por muito que eu queira dar aos outros, tenho de pensar na minha vida profissional, e neste momento não tenho condições para corresponder a mais um mandato. Certamente não irei recandidatar-me.
Esta entrevista pode ser ouvida na íntegra em www.asbeiras.pt, a partir das 19H30 de hoje, e no programa “Clube Privado” da Foz do Mondego Rádio (99.1FM), às 19H00 de hoje e de amanhã e às 22H00 de domingo.
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<itunes:subtitle>Presidente da junta de freguesia, Filipe Dias, vai fazendo obra em Maiorca com a ajuda de voluntários, porque o dinheiro é pouco e as dívidas são muitas</itunes:subtitle>
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		<title>“Devemos ser sóbrios e procurar fazer o que é essencial”</title>
		<link>http://www.asbeiras.pt/2012/04/devemos-ser-sobrios-e-procurar-fazer-o-que-e-essencial/</link>
		<comments>http://www.asbeiras.pt/2012/04/devemos-ser-sobrios-e-procurar-fazer-o-que-e-essencial/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 27 Apr 2012 10:47:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jot.Alves</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Carlos Simão transformou a freguesia mais pobre do concelho numa vila aprazível, onde o turismo de praia continua a  crescer]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.asbeiras.pt/wp-content/uploads/2012/04/10-CARLOS-SIMAO-PAC.jpg"><img class="size-medium wp-image-52449 aligncenter" title="10 CARLOS SIMAO PAC" src="http://www.asbeiras.pt/wp-content/uploads/2012/04/10-CARLOS-SIMAO-PAC-300x168.jpg" alt="" width="300" height="168" /></a></p>

<p><strong>De quem é a Zona Industrial da Figueira da Foz?</strong></p>
<p>Está definido que pertence a S. Pedro e a Lavos. As linhas divisórias não estão bem definidas. Aquilo que José Elísio (presidente da Junta de Lavos) vem dizendo é que ocupa um terreno da freguesia de Lavos, mas eu não tenho nada a ver com isso, porque nunca mudei as fronteiras. Se há discrepâncias, chagaremos a um consenso, as assembleias hão de resolver esse problema. Fui apanhado desprevenido porque (a divisão do espaço) foi alterada por despacho da câmara.</p>
<p><strong>Está a cumprir o último mandato. Admite candidatar-se a outra freguesia?</strong></p>
<p>Não. Os presidentes de junta deviam estar nisto por amor à camisola, sem remunerações. As ajudas de custo, cerca de 200 euros, deviam ser iguais para todos. Tomar conta de uma freguesia devia ser por carolice.</p>
<p><strong>A erosão costeira continua a afetar as praias da freguesia?</strong></p>
<p>Este ano não tivemos inverno, e portanto não houve grande erosão na nossa costa. Na zona do Cabedelo, o mar galgou e destruiu uma rampa, mas não estragou mais nada.</p>
<p><strong>Vai concluir 20 anos de mandatos sem ver o centro escolar de S. Pedro construído.</strong></p>
<p>A época da megalomania, já passou.</p>
<p><strong>Concorda com a solução da câmara, que passa pela remodelação e ampliação da escola do 1.º ciclo?</strong></p>
<p>Essa solução foi concertada com a Junta de S. Pedro. É preferível termos uma escola com algumas condições do que não termos uma escola grande. Numa altura em que o país vive a pior crise de sempre, devemos ser sóbrios e procurar fazer o que é essencial.</p>
<p><em>Esta entrevista pode ser ouvida na íntegra no programa “Clube Privado” da Foz do Mondego Rádio (99.1FM), às 19H00 de sexta e de sábado e às 22H00 de domingo e em www.asbeiras.pt.</em></p>
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De quem é a Zona Industrial da Figueira da Foz?
Está definido que pertence a S. Pedro e a Lavos. As linhas divisórias não estão bem definidas. Aquilo que José Elísio (presidente da Junta de Lavos) vem dizendo é que ocupa um terreno da freguesia de Lavos, mas eu não tenho nada a ver com isso, porque nunca mudei as fronteiras. Se há discrepâncias, chagaremos a um consenso, as assembleias hão de resolver esse problema. Fui apanhado desprevenido porque (a divisão do espaço) foi alterada por despacho da câmara.
Está a cumprir o último mandato. Admite candidatar-se a outra freguesia?
Não. Os presidentes de junta deviam estar nisto por amor à camisola, sem remunerações. As ajudas de custo, cerca de 200 euros, deviam ser iguais para todos. Tomar conta de uma freguesia devia ser por carolice.
A erosão costeira continua a afetar as praias da freguesia?
Este ano não tivemos inverno, e portanto não houve grande erosão na nossa costa. Na zona do Cabedelo, o mar galgou e destruiu uma rampa, mas não estragou mais nada.
Vai concluir 20 anos de mandatos sem ver o centro escolar de S. Pedro construído.
A época da megalomania, já passou.
Concorda com a solução da câmara, que passa pela remodelação e ampliação da escola do 1.º ciclo?
Essa solução foi concertada com a Junta de S. Pedro. É preferível termos uma escola com algumas condições do que não termos uma escola grande. Numa altura em que o país vive a pior crise de sempre, devemos ser sóbrios e procurar fazer o que é essencial.
Esta entrevista pode ser ouvida na íntegra no programa “Clube Privado” da Foz do Mondego Rádio (99.1FM), às 19H00 de sexta e de sábado e às 22H00 de domingo e em www.asbeiras.pt.
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<itunes:subtitle>Carlos Simão transformou a freguesia mais pobre do concelho numa vila aprazível, onde o turismo de praia continua a  crescer</itunes:subtitle>
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		<title>“Não sei se o partido me quer como recandidato” na Figueira da Foz</title>
		<link>http://www.asbeiras.pt/2012/04/nao-sei-se-o-partido-me-quer-como-recandidato-na-figueira-da-foz/</link>
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		<pubDate>Sun, 22 Apr 2012 10:56:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jot.Alves</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Resultados das eleições internas no PS da Figueira da Foz poderão decidir futuro político de José Esteves]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.asbeiras.pt/wp-content/uploads/2012/04/13-JOSE-ESTEVES-JA.jpg"><img class="size-medium wp-image-52049 aligncenter" title="13 JOSE ESTEVES JA" src="http://www.asbeiras.pt/wp-content/uploads/2012/04/13-JOSE-ESTEVES-JA-300x168.jpg" alt="" width="300" height="168" /></a></p>

<p><strong>A praia da Tamargueira vai ter condições para poder ser utilizada na próxima época balnear?</strong></p>
<p>Não estou muito otimista, porque falta muita areia. Também a norte, e isso é o que me preocupa mais.</p>
<p><strong>Mantém que a vala de Buarcos é um cancro ambiental?</strong></p>
<p>Quem disser o contrário, não está a ver a realidade. Contudo, apraz-me registar que já estão a intervir nela (a Câmara da Figueira da Foz e a Águas da Figueira).</p>
<p><strong>Os moradores e comerciantes da zona da rua 5 de Outubro já têm lugares de estacionamento reservados, como lhes foi prometido?</strong></p>
<p>Há um espaço reservado, com cerca de 15 lugares. Não está a ser eficaz, talvez por falta de sinalização do espaço, mas isso que tem de ser resolvido antes do verão (pela Câmara da Figueira da Foz).</p>
<p><strong>Teme pelo futuro da freguesia, na reforma administrativa?</strong></p>
<p>Não. Parece que nos safámos numa bateirinha. Buarcos não deverá ser afetada. Se for afetada, vai ser muito complicado porque os residentes não vão aceitar. A nossa posição é a de não agregarmos outras freguesias e não sermos agregados.</p>
<p><strong>Quais são os principais problemas da freguesia</strong>?</p>
<p>O desemprego, que provoca pobreza. Dentro daquilo que podemos, estamos a ajudar pessoas carenciadas.</p>
<p><strong>Vai candidatar-se ao segundo mandato?</strong></p>
<p>É uma coisa que não me está a preocupar. Há dias, estando com a família, cansado, exclamei: meu Deus, só falta um ano e meio! A última decisão é sempre minha, mas também não sei se o partido (PS) me quer. Vão decorrer eleições internas, e há dois candidatos para a secção de Buarcos (Luís Ribeiro, que se recandidata, e António Manuel Santos). Em relação a Luís Ribeiro, não tenho dúvidas que quer que me recandidate; em relação à outra candidatura, chegou até a mim que o candidato deles não serei eu.</p>
<p><em>Esta entrevista pode ser ouvida na íntegra no programa “Clube Privado” da Foz do Mondego Rádio (99.1FM), às 19H00 de sexta e de sábado e às 22H00 de domingo, e em www.asbeiras.pt.</em></p>
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A praia da Tamargueira vai ter condições para poder ser utilizada na próxima época balnear?
Não estou muito otimista, porque falta muita areia. Também a norte, e isso é o que me preocupa mais.
Mantém que a vala de Buarcos é um cancro ambiental?
Quem disser o contrário, não está a ver a realidade. Contudo, apraz-me registar que já estão a intervir nela (a Câmara da Figueira da Foz e a Águas da Figueira).
Os moradores e comerciantes da zona da rua 5 de Outubro já têm lugares de estacionamento reservados, como lhes foi prometido?
Há um espaço reservado, com cerca de 15 lugares. Não está a ser eficaz, talvez por falta de sinalização do espaço, mas isso que tem de ser resolvido antes do verão (pela Câmara da Figueira da Foz).
Teme pelo futuro da freguesia, na reforma administrativa?
Não. Parece que nos safámos numa bateirinha. Buarcos não deverá ser afetada. Se for afetada, vai ser muito complicado porque os residentes não vão aceitar. A nossa posição é a de não agregarmos outras freguesias e não sermos agregados.
Quais são os principais problemas da freguesia?
O desemprego, que provoca pobreza. Dentro daquilo que podemos, estamos a ajudar pessoas carenciadas.
Vai candidatar-se ao segundo mandato?
É uma coisa que não me está a preocupar. Há dias, estando com a família, cansado, exclamei: meu Deus, só falta um ano e meio! A última decisão é sempre minha, mas também não sei se o partido (PS) me quer. Vão decorrer eleições internas, e há dois candidatos para a secção de Buarcos (Luís Ribeiro, que se recandidata, e António Manuel Santos). Em relação a Luís Ribeiro, não tenho dúvidas que quer que me recandidate; em relação à outra candidatura, chegou até a mim que o candidato deles não serei eu.
Esta entrevista pode ser ouvida na íntegra no programa “Clube Privado” da Foz do Mondego Rádio (99.1FM), às 19H00 de sexta e de sábado e às 22H00 de domingo, e em www.asbeiras.pt.
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<itunes:subtitle>Resultados das eleições internas no PS da Figueira da Foz poderão decidir futuro político de José Esteves</itunes:subtitle>
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		<item>
		<title>“Estamos a fugir à crise porque praticamente só exportamos”</title>
		<link>http://www.asbeiras.pt/2012/04/estamos-a-fugir-a-crise-porque-praticamente-so-exportamos/</link>
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		<pubDate>Fri, 06 Apr 2012 06:37:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>António Alves</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ernesto Morgado lidera a Siscog, a primeira exportadora de software português, e a fábrica de descasque de arroz de Alqueidão, que não para de inovar e exportar.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_50822" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.asbeiras.pt/wp-content/uploads/2012/04/ERNESTO-MORGADO-PAC-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-50822" title="ERNESTO MORGADO PAC (2)" src="http://www.asbeiras.pt/wp-content/uploads/2012/04/ERNESTO-MORGADO-PAC-2-300x168.jpg" alt="" width="300" height="168" /></a><p class="wp-caption-text">Foto Pedro Agostinho Cruz</p></div>

<p><strong>A Siscog, criada em 1986, foi a primeira empresa portuguesa a exportar software. Que dificuldades encontrou na altura?</strong></p>
<p>As dificuldades foram muitas. Em Portugal olha-se sempre com alguma desconfiança para aquilo que é feito cá. Portanto, foi difícil fazer acreditar as empresas portuguesas numa empresa tecnológica nacional. Por outro lado, nomeadamente na Europa, Portugal era visto como um país de emigrantes, que exportava mão de obra, e portanto fazer acreditar às empresas europeias que era possível fazer software de qualidade em Portugal foi um desafio interessante. Os caminhos de ferro holandeses foram o nosso primeiro cliente internacional.</p>
<p><strong>Em que consistem as soluções informáticas da Siscog?</strong></p>
<p>Dado o normativo laboral da empresa e as restrições do trabalho das pessoas, o sistema faz a especificação do trabalho dos funcionários para um período longo &#8211; um ano ou meio ano. Consiste em dizer quais são os serviços que cada tripulante vai fazer, ao mais pequeno detalhe das tarefas que faz ao longo do dia, de forma a que as pessoas saibam exatamente o que fazer em cada dia de trabalho.</p>
<p><strong>Ou seja, é uma forma eficaz e eficiente de gerir os recursos humanos.</strong></p>
<p>Exatamente. São sistemas de apoio à decisão que permite dar diferentes tipos de apoio a um planeador humano. E também pode ser operado de forma automática: carrega-se num botão e o sistema toma todas as decisões.</p>
<p><strong>Como é que descobriram o mercado dos transportes ferroviários?</strong></p>
<p>Começámos por organizar seminários para despertar o interesse por esta tecnologia. Ao princípio ninguém se interessou, mas resolvemos (em parceria com uma outra empresa) lançar uns protótipos grátis, só para demonstrar a viabilidade da nossa tecnologia, e surgiram duas oportunidades- o Banco Nacional Ultramarino, que nos pediu uma solução para apoiar o excesso de tesouraria, e a TAP, para o planeamento dos tripulantes. Mas nenhum deles foi para a frente (por razões alheias à qualidade dos sistemas). Contudo, foi uma experiência válida, porque permitiu-nos ver as capacidades desta tecnologia e, depois, constituiu um protótipo para podermos mostrar a outras empresas. Foi assim que começámos a ir para estrangeiro.</p>
<p><strong>Em 1997 e em 2003, a Siscog recebeu o prémio de inovação da Associação Americana para a Inteligência Artificial.</strong></p>
<p>O primeiro prémio foi atribuído a um projeto que fizemos para os caminhos de ferro holandeses e o segundo para os congéneres noruegueses. Tenho muita pena que o primeiro não tivesse sido atribuído à CP, porque foi o resultado de um trabalho que fizemos para a CP, que não foi para a frente.</p>
<p><strong>A internacionalização continua?</strong></p>
<p>Sim. Abrimos um escritório no Porto, como experiência-piloto para a abertura de escritórios no estrangeiro. Estamos a fazer um grande esforço para sairmos da Europa, dando os primeiros passos nos Estados Unidos e no Brasil. Também andamos a namorar a China e estamos a abordar a Índia.</p>
<p><strong>Tem um método de trabalho de gestão de recursos humanos invulgar em Portugal.</strong></p>
<p>Damos alguma liberdade de horário, e isso também motiva os colaboradores a pertencerem mais à organização. Mas, por outro lado, temos um grau de exigência elevado. Temos ganho alguns prémios, também, nessa área. Neste momento, temos quase 100 pessoas e temos estado a recrutar pessoal. Estamos numa curva de crescimento contínuo, faturamos seis milhões de euros/ano. Acho que estamos a fugir à crise porque, praticamente, só exportamos.</p>
<p><strong>Sente-se mais empresário, professor universitário ou investigador?</strong></p>
<p>Não me via a ser apenas um professor universitário porque gosto de testar e pôr em prática as teorias que desenvolvo e aprendo. Por outro lado, também não gostaria de estar desligado da universidade, que é um ponto de excelência para a criatividade, inovação e investigação.</p>
<p><strong>A manutenção da fábrica de descasque de arroz Ernesto Morgado é uma homenagem ao seu pai?</strong></p>
<p><strong>É uma homenagem aos me</strong>us antepassados. A empresa foi fundada em 1920 pelo meu avô. Hoje (55 trabalhadores) fatura entre 15 a 20 milhões de euros/ano. Grande parte da matéria-prima é do vale do Mondego. (…) Lançámos uma linha de produtos de valor acrescentado. Primeiro a gama gourmet, com a marca “Pato Real”, e depois uma segunda, que tem tido muito sucesso porque o arroz que fica pronto em dois minutos. Queria provar a mim próprio que a inovação não se faz só nas novas tecnologias, mas também num produto básico como o arroz.</p>
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	<itunes:summary>Foto Pedro Agostinho Cruz

A Siscog, criada em 1986, foi a primeira empresa portuguesa a exportar software. Que dificuldades encontrou na altura?
As dificuldades foram muitas. Em Portugal olha-se sempre com alguma desconfiança para aquilo que é feito cá. Portanto, foi difícil fazer acreditar as empresas portuguesas numa empresa tecnológica nacional. Por outro lado, nomeadamente na Europa, Portugal era visto como um país de emigrantes, que exportava mão de obra, e portanto fazer acreditar às empresas europeias que era possível fazer software de qualidade em Portugal foi um desafio interessante. Os caminhos de ferro holandeses foram o nosso primeiro cliente internacional.
Em que consistem as soluções informáticas da Siscog?
Dado o normativo laboral da empresa e as restrições do trabalho das pessoas, o sistema faz a especificação do trabalho dos funcionários para um período longo – um ano ou meio ano. Consiste em dizer quais são os serviços que cada tripulante vai fazer, ao mais pequeno detalhe das tarefas que faz ao longo do dia, de forma a que as pessoas saibam exatamente o que fazer em cada dia de trabalho.
Ou seja, é uma forma eficaz e eficiente de gerir os recursos humanos.
Exatamente. São sistemas de apoio à decisão que permite dar diferentes tipos de apoio a um planeador humano. E também pode ser operado de forma automática: carrega-se num botão e o sistema toma todas as decisões.
Como é que descobriram o mercado dos transportes ferroviários?
Começámos por organizar seminários para despertar o interesse por esta tecnologia. Ao princípio ninguém se interessou, mas resolvemos (em parceria com uma outra empresa) lançar uns protótipos grátis, só para demonstrar a viabilidade da nossa tecnologia, e surgiram duas oportunidades- o Banco Nacional Ultramarino, que nos pediu uma solução para apoiar o excesso de tesouraria, e a TAP, para o planeamento dos tripulantes. Mas nenhum deles foi para a frente (por razões alheias à qualidade dos sistemas). Contudo, foi uma experiência válida, porque permitiu-nos ver as capacidades desta tecnologia e, depois, constituiu um protótipo para podermos mostrar a outras empresas. Foi assim que começámos a ir para estrangeiro.
Em 1997 e em 2003, a Siscog recebeu o prémio de inovação da Associação Americana para a Inteligência Artificial.
O primeiro prémio foi atribuído a um projeto que fizemos para os caminhos de ferro holandeses e o segundo para os congéneres noruegueses. Tenho muita pena que o primeiro não tivesse sido atribuído à CP, porque foi o resultado de um trabalho que fizemos para a CP, que não foi para a frente.
A internacionalização continua?
Sim. Abrimos um escritório no Porto, como experiência-piloto para a abertura de escritórios no estrangeiro. Estamos a fazer um grande esforço para sairmos da Europa, dando os primeiros passos nos Estados Unidos e no Brasil. Também andamos a namorar a China e estamos a abordar a Índia.
Tem um método de trabalho de gestão de recursos humanos invulgar em Portugal.
Damos alguma liberdade de horário, e isso também motiva os colaboradores a pertencerem mais à organização. Mas, por outro lado, temos um grau de exigência elevado. Temos ganho alguns prémios, também, nessa área. Neste momento, temos quase 100 pessoas e temos estado a recrutar pessoal. Estamos numa curva de crescimento contínuo, faturamos seis milhões de euros/ano. Acho que estamos a fugir à crise porque, praticamente, só exportamos.
Sente-se mais empresário, professor universitário ou investigador?
Não me via a ser apenas um professor universitário porque gosto de testar e pôr em prática as teorias que desenvolvo e aprendo. Por outro lado, também não gostaria de estar desligado da universidade, que é um ponto de excelência para a criatividade, inovação e investigação.
A manutenção da fábrica de descasque de arroz Ernesto Morgado é uma homenagem ao seu pai?
É uma homenagem aos meus [...]</itunes:summary>
<itunes:subtitle>Ernesto Morgado lidera a Siscog, a primeira exportadora de software português, e a fábrica de descasque de arroz de Alqueidão, que não para de inovar e exportar.</itunes:subtitle>
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		<item>
		<title>João Portugal admite coligação pós-eleitoral com a Figueira 100% para as autárquicas</title>
		<link>http://www.asbeiras.pt/2012/03/joao-portugal-admite-coligacao-pos-eleitoral-com-a-figueira-100-para-as-autarquicas/</link>
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		<pubDate>Fri, 30 Mar 2012 11:38:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jot.Alves</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O líder da concelhia figueirense do PS e deputado garante, contudo, que o partido vai trabalhar para a maioria absoluta]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.asbeiras.pt/wp-content/uploads/2012/04/JOAO-PORTUGAL-ARQ.jpg"><img class="size-medium wp-image-52727 aligncenter" title="JOAO PORTUGAL ARQ" src="http://www.asbeiras.pt/wp-content/uploads/2012/04/JOAO-PORTUGAL-ARQ-300x168.jpg" alt="" width="300" height="168" /></a></p>

<p><strong>Recandidata-se com ou sem concorrência?</strong></p>
<p>Hoje, posso confirmar que sou recandidato. Mas não sei se haverá outras candidaturas. Obviamente, gostava que fosse uma candidatura única.</p>
<p><strong>Vai convidar Paz Cardoso e João Paulo Rodrigues (seus adversários nas últimas eleições)?</strong></p>
<p>Com toda a certeza. Vou ter uma conversa com eles, a seu tempo, e ficarei muito contente se aceitarem o convite.</p>
<p><strong>Está satisfeito com o executivo municipal?</strong></p>
<p>Existem algumas situações pontuais onde podia e devia haver uma maior convergência de opiniões, entre o executivo e o partido, antes delas serem lançadas para a praça pública.</p>
<p><strong>O PSD vai ser castigado nas urnas, por causa da Reforma da Administração Local?</strong></p>
<p>Se seguir com esta reforma, não tenho dúvidas que o PSD e o PP vão ser penalizado nas próximas eleições autárquicas. Os outros partidos serão beneficiados.</p>
<p><strong>Defende uma coligação o Movimento Figueira 100%, se o PS ganhar as próximas eleições autárquicas sem maioria absoluta?</strong></p>
<p>Depende do cenário político. Não só da maioria relativa, mas também daquilo que a Figueira 100% fizer durante a campanha e daquilo que for dito pelos seus protagonistas. Existem alguns nomes (no movimento) que prejudicariam uma união. Mas, se houver uma convergência de opiniões e soluções entre o PS e a Figueira 100%, e se o PS tiver maioria relativa, não vejo porque não fazer uma coligação com o movimento. Mas vamos trabalhar para uma maioria absoluta.</p>
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Recandidata-se com ou sem concorrência?
Hoje, posso confirmar que sou recandidato. Mas não sei se haverá outras candidaturas. Obviamente, gostava que fosse uma candidatura única.
Vai convidar Paz Cardoso e João Paulo Rodrigues (seus adversários nas últimas eleições)?
Com toda a certeza. Vou ter uma conversa com eles, a seu tempo, e ficarei muito contente se aceitarem o convite.
Está satisfeito com o executivo municipal?
Existem algumas situações pontuais onde podia e devia haver uma maior convergência de opiniões, entre o executivo e o partido, antes delas serem lançadas para a praça pública.
O PSD vai ser castigado nas urnas, por causa da Reforma da Administração Local?
Se seguir com esta reforma, não tenho dúvidas que o PSD e o PP vão ser penalizado nas próximas eleições autárquicas. Os outros partidos serão beneficiados.
Defende uma coligação o Movimento Figueira 100%, se o PS ganhar as próximas eleições autárquicas sem maioria absoluta?
Depende do cenário político. Não só da maioria relativa, mas também daquilo que a Figueira 100% fizer durante a campanha e daquilo que for dito pelos seus protagonistas. Existem alguns nomes (no movimento) que prejudicariam uma união. Mas, se houver uma convergência de opiniões e soluções entre o PS e a Figueira 100%, e se o PS tiver maioria relativa, não vejo porque não fazer uma coligação com o movimento. Mas vamos trabalhar para uma maioria absoluta.
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<itunes:subtitle>O líder da concelhia figueirense do PS e deputado garante, contudo, que o partido vai trabalhar para a maioria absoluta</itunes:subtitle>
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		<item>
		<title>“O Bairro Novo não pode ser uma taberna a céu-aberto”</title>
		<link>http://www.asbeiras.pt/2012/03/o-bairro-novo-nao-pode-ser-uma-taberna-a-ceu-aberto/</link>
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		<pubDate>Sun, 25 Mar 2012 10:31:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>António Alves</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ana Machado celebra 20 anos como empresária do setor imobiliário com a publicação de um livro]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_49855" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.asbeiras.pt/wp-content/uploads/2012/03/10-ANA-MACHADO-1-JA.jpg"><img class="size-medium wp-image-49855" title="ANA MACHADO FOTO JOT'ALVES" src="http://www.asbeiras.pt/wp-content/uploads/2012/03/10-ANA-MACHADO-1-JA-300x168.jpg" alt="" width="300" height="168" /></a><p class="wp-caption-text">Foto Jot&#39;Alves</p></div>

<p><strong>O que mudou nos últimos 20 anos, no setor imobiliário local?</strong></p>
<p>Mudaram muitas coisas. A começar pela presença das mulheres, que não havia quase nenhumas. Depois, a dinâmica do próprio setor: há vinte anos, havia carência de habitações e uma apetência pela compra da segunda habitação.</p>
<p><strong>Quantos fogos estão à venda na cidade?</strong></p>
<p>Esta ideia de que há muitos fogos na Figueira não é verdadeira. Penso que andarão à volta de dois mil fogos. Já ouvi dizer que havia 20 mil, mas não é verdade. Dá a ideia que há muitos porque se colocam placas a anunciar a venda. Há 20 anos, não se fazia publicidade e vendiam-se. E, também, estão muitos imóveis à venda devido aos problemas financeiros dos proprietários.</p>
<p><strong>Como é que está o mercado de arrendamento?</strong></p>
<p>Está como o da aquisição de casa própria. Ou seja, uma pessoa que não tem dinheiro para pagar a casa ao banco também não o tem para pagar a renda. Mas está mais dinâmico e as rendas estão mais baratas.</p>
<p><strong>Ainda há mediadores clandestinos na cidade?</strong></p>
<p>Sim. Agora há uma moda nova, até nos cafés, que é irem buscar alvarás, fora da Figueira, de representante. Mas já abandonei essa guerra há muito tempo.</p>
<p><strong>Quando arranca a associação para o Bairro Novo?</strong></p>
<p>Estou realmente bastante empenhada nessa iniciativa. O Bairro Novo está cada vez mais isolado. Por isso, precisa de dinâmica, sobretudo na área do lazer para crianças. O Bairro Novo não pode ser uma taberna a céu-aberto, tem de ser uma zona residencial e de segunda habitação.</p>
<p><strong>Escreveu o livro “Casas e Casos”, que conta episódios vividos ao longo de 20 anos…</strong></p>
<p>Não conta, apenas, histórias passadas na Imoexpansão (imobiliária de que é proprietária). Tem mil exemplares, com o apoio do Casino Figueira. Mário Silva ilustrou e fez a capa.</p>
<p><em>Esta entrevista pode ser ouvida na íntegra no programa “Clube Privado” da Foz do Mondego Rádio (99.1FM), às 19H00 de sexta e de sábado e às 22H00 de domingo, e em www.asbeiras.pt</em></p>
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	<itunes:summary>Foto Jot&#039;Alves

O que mudou nos últimos 20 anos, no setor imobiliário local?
Mudaram muitas coisas. A começar pela presença das mulheres, que não havia quase nenhumas. Depois, a dinâmica do próprio setor: há vinte anos, havia carência de habitações e uma apetência pela compra da segunda habitação.
Quantos fogos estão à venda na cidade?
Esta ideia de que há muitos fogos na Figueira não é verdadeira. Penso que andarão à volta de dois mil fogos. Já ouvi dizer que havia 20 mil, mas não é verdade. Dá a ideia que há muitos porque se colocam placas a anunciar a venda. Há 20 anos, não se fazia publicidade e vendiam-se. E, também, estão muitos imóveis à venda devido aos problemas financeiros dos proprietários.
Como é que está o mercado de arrendamento?
Está como o da aquisição de casa própria. Ou seja, uma pessoa que não tem dinheiro para pagar a casa ao banco também não o tem para pagar a renda. Mas está mais dinâmico e as rendas estão mais baratas.
Ainda há mediadores clandestinos na cidade?
Sim. Agora há uma moda nova, até nos cafés, que é irem buscar alvarás, fora da Figueira, de representante. Mas já abandonei essa guerra há muito tempo.
Quando arranca a associação para o Bairro Novo?
Estou realmente bastante empenhada nessa iniciativa. O Bairro Novo está cada vez mais isolado. Por isso, precisa de dinâmica, sobretudo na área do lazer para crianças. O Bairro Novo não pode ser uma taberna a céu-aberto, tem de ser uma zona residencial e de segunda habitação.
Escreveu o livro “Casas e Casos”, que conta episódios vividos ao longo de 20 anos…
Não conta, apenas, histórias passadas na Imoexpansão (imobiliária de que é proprietária). Tem mil exemplares, com o apoio do Casino Figueira. Mário Silva ilustrou e fez a capa.
Esta entrevista pode ser ouvida na íntegra no programa “Clube Privado” da Foz do Mondego Rádio (99.1FM), às 19H00 de sexta e de sábado e às 22H00 de domingo, e em www.asbeiras.pt
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<itunes:subtitle>Ana Machado celebra 20 anos como empresária do setor imobiliário com a publicação de um livro</itunes:subtitle>
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		<item>
		<title>“Queremos todos trabalhar no caminho da excelência”</title>
		<link>http://www.asbeiras.pt/2012/03/queremos-todos-trabalhar-no-caminho-da-excelencia/</link>
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		<pubDate>Fri, 16 Mar 2012 10:56:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jot.Alves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coimbra]]></category>
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		<category><![CDATA[pintura]]></category>
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		<description><![CDATA[Dulce Menezes é presidente da Magenta. Transita da anterior direção, onde exercia o cargo de vogal]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.asbeiras.pt/wp-content/uploads/2012/03/11-DULCE-MENEZES-MAGENTA-JA-3.jpg"><img class="size-medium wp-image-46347 aligncenter" title="11 DULCE MENEZES MAGENTA JA  (3)" src="http://www.asbeiras.pt/wp-content/uploads/2012/03/11-DULCE-MENEZES-MAGENTA-JA-3-300x168.jpg" alt="" width="300" height="168" /></a></p>

<p><strong>Esta é uma direção de continuidade na Magenta?</strong></p>
<p>Não é propriamente uma direção de continuidade. Alguns elementos dos corpos sociais (a maioria) transitam do anterior mandato. Contudo, não quer dizer que seja uma direção de continuidade.</p>
<p><strong>Tem como objetivo principal divulgar a Magenta e promover os seus associados e as suas obras. Não é isso que tem sido feito?</strong></p>
<p>Essa é a grande finalidade da Magenta, faz parte dos seus estatutos. Quando disse isso, não quis dizer que vou fazer melhor. No entanto, quaisquer órgãos sociais têm por objetivo fazer mais e melhor, porque queremos todos trabalhar no caminho da excelência, que é sempre difícil de atingir.</p>
<p><strong>Na tomada de posse, adiantou que vai fazer parcerias. Com quem e para quê?</strong></p>
<p>Para conseguir encontrar uma forma mais abrangente de divulgar a Magenta, as obras dos seus associados, a arte. Como é que elas vão ser feitas, ainda está no segredo dos deuses. Ainda temos de ver como e quem é que vamos convidar.</p>
<p><strong>A galeria encontra-se num espaço da autarquia que pode ser alienado a qualquer momento. Tem o plano B?</strong></p>
<p>Não. Estamos naquele espaço há já alguns anos e se eventualmente um dia tivermos de sair, teremos de ponderar essa situação.</p>
<p><strong>Existem várias associações de artes plásticas locais. Não são estruturas a mais para a dimensão da cidade?</strong></p>
<p>Tudo que for feito em prol das artes é bom. Na Figueira da Foz há muitos artistas plásticos, daí emergirem as associações.</p>
<p><strong>A austeridade está a deixar alguns dos associados da Magenta numa situação crítica. Que tipo de apoio lhes presta a associação?</strong></p>
<p>Neste momento, a Magenta não está a prestar nenhum apoio particular. Também não nos foi solicitado. As situações que existem agora são as mesmas que existem há uns anos.</p>
<p><em>Esta entrevista pode também ser ouvida na íntegra no programa “Clube Privado” da Foz do Mondego Rádio (99.1FM), às 19H00 de sexta e de sábado e às 22H00 de domingo</em></p>
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Esta é uma direção de continuidade na Magenta?
Não é propriamente uma direção de continuidade. Alguns elementos dos corpos sociais (a maioria) transitam do anterior mandato. Contudo, não quer dizer que seja uma direção de continuidade.
Tem como objetivo principal divulgar a Magenta e promover os seus associados e as suas obras. Não é isso que tem sido feito?
Essa é a grande finalidade da Magenta, faz parte dos seus estatutos. Quando disse isso, não quis dizer que vou fazer melhor. No entanto, quaisquer órgãos sociais têm por objetivo fazer mais e melhor, porque queremos todos trabalhar no caminho da excelência, que é sempre difícil de atingir.
Na tomada de posse, adiantou que vai fazer parcerias. Com quem e para quê?
Para conseguir encontrar uma forma mais abrangente de divulgar a Magenta, as obras dos seus associados, a arte. Como é que elas vão ser feitas, ainda está no segredo dos deuses. Ainda temos de ver como e quem é que vamos convidar.
A galeria encontra-se num espaço da autarquia que pode ser alienado a qualquer momento. Tem o plano B?
Não. Estamos naquele espaço há já alguns anos e se eventualmente um dia tivermos de sair, teremos de ponderar essa situação.
Existem várias associações de artes plásticas locais. Não são estruturas a mais para a dimensão da cidade?
Tudo que for feito em prol das artes é bom. Na Figueira da Foz há muitos artistas plásticos, daí emergirem as associações.
A austeridade está a deixar alguns dos associados da Magenta numa situação crítica. Que tipo de apoio lhes presta a associação?
Neste momento, a Magenta não está a prestar nenhum apoio particular. Também não nos foi solicitado. As situações que existem agora são as mesmas que existem há uns anos.
Esta entrevista pode também ser ouvida na íntegra no programa “Clube Privado” da Foz do Mondego Rádio (99.1FM), às 19H00 de sexta e de sábado e às 22H00 de domingo
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<itunes:subtitle>Dulce Menezes é presidente da Magenta. Transita da anterior direção, onde exercia o cargo de vogal</itunes:subtitle>
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		<title>“Sou do tempo em que pagávamos para participar no Carnaval de Buarcos”</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Feb 2012 09:08:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jot.Alves</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Margarida São Pedro reinou pela terceira vez na avenida do Brasil, este ano partilhando o trono com Futre]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align: center;">
<dl id="attachment_44616" class="wp-caption  aligncenter" style="width: 310px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.asbeiras.pt/wp-content/uploads/2012/02/carnaval-PC-69.jpg"><img class="size-medium wp-image-44616" title="carnaval PC (69)" src="http://www.asbeiras.pt/wp-content/uploads/2012/02/carnaval-PC-69-300x168.jpg" alt="" width="300" height="168" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Foto Pedro Cruz</dd>
</dl>
</div>
<p><strong>Gostou da experiência de ter partilhado o trono com Paulo Futre?</strong></p>
<p>Muito. Foi uma experiência que jamais esquecerei, porque Paulo Futre é extremamente humano, simpático, quis agradar a todos, inclusivamente aos miúdos que pediam autógrafos. Foi uma pessoa extremamente simpática porque partilhava sempre o protagonismo comigo. Ele levou milhares de pessoas ao Carnaval de Buarcos.</p>
<p><strong>Sentiu-se ainda mais rainha no desfile de terça, sem rei?</strong></p>
<p>Sim. Senti-me ainda mais rainha, mas também com mais responsabilidade. Contudo, faltava-me o Paulo Futre, senti a falta da presença dele junto do público. Mas acho que não deixei o Carnaval perder devido à falta do rei.</p>
<p><strong>Gosta mais do atual figurino do Carnaval ou do anterior, organizado por uma comissão local?</strong></p>
<p>Agora estamos mais à vontade para fazer os fatos. Sou do tempo em que se pedia dinheiro para podermos participar. no Carnaval Agora há um subsídio. Não é grande coisa, mas, ajuda a equilibrar as contas.</p>
<p><strong>Acha que os reis deviam ser figuras locais?</strong></p>
<p>Não. Esta modalidade está muito bem pensada e deve continuar. Deve haver sempre uma pessoa mediática, para trazer público, e uma outra local, para a acompanhar no carro dos reis.</p>
<p><strong>A participação como rainha no carnaval terá contribuído para divulgar a sua carreira de cantora?</strong></p>
<p>Sim. É sempre bom lembrar às pessoas que a rainha tem o Duo São Pedro. Fiz espetáculos no Carnaval e vi que havia um certo orgulho por terem ali a rainha.</p>
<p>&nbsp;</p>
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Foto Pedro Cruz


Gostou da experiência de ter partilhado o trono com Paulo Futre?
Muito. Foi uma experiência que jamais esquecerei, porque Paulo Futre é extremamente humano, simpático, quis agradar a todos, inclusivamente aos miúdos que pediam autógrafos. Foi uma pessoa extremamente simpática porque partilhava sempre o protagonismo comigo. Ele levou milhares de pessoas ao Carnaval de Buarcos.
Sentiu-se ainda mais rainha no desfile de terça, sem rei?
Sim. Senti-me ainda mais rainha, mas também com mais responsabilidade. Contudo, faltava-me o Paulo Futre, senti a falta da presença dele junto do público. Mas acho que não deixei o Carnaval perder devido à falta do rei.
Gosta mais do atual figurino do Carnaval ou do anterior, organizado por uma comissão local?
Agora estamos mais à vontade para fazer os fatos. Sou do tempo em que se pedia dinheiro para podermos participar. no Carnaval Agora há um subsídio. Não é grande coisa, mas, ajuda a equilibrar as contas.
Acha que os reis deviam ser figuras locais?
Não. Esta modalidade está muito bem pensada e deve continuar. Deve haver sempre uma pessoa mediática, para trazer público, e uma outra local, para a acompanhar no carro dos reis.
A participação como rainha no carnaval terá contribuído para divulgar a sua carreira de cantora?
Sim. É sempre bom lembrar às pessoas que a rainha tem o Duo São Pedro. Fiz espetáculos no Carnaval e vi que havia um certo orgulho por terem ali a rainha.
 
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<itunes:subtitle>Margarida São Pedro reinou pela terceira vez na avenida do Brasil, este ano partilhando o trono com Futre</itunes:subtitle>
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		<title>“O concelho (da Figueira da Foz) está melhor que o país”, afirma João Cardoso</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Feb 2012 18:43:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jot.Alves</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Presidente da Associação Comercial e Industrial da Figueira da Foz (ACIFF) defende a regeneração urbana e a remodelação do mercado municipal]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_30926" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.asbeiras.pt/wp-content/uploads/2011/06/net-cardio.jpg"><img class="size-medium wp-image-30926" title="141009JOAO CARDOSOPRESIDENTE ACIFFFIGUEIRAJOT ALVES" src="http://www.asbeiras.pt/wp-content/uploads/2011/06/net-cardio-300x168.jpg" alt="" width="300" height="168" /></a><p class="wp-caption-text">João Cardoso, presidente da ACIFF</p></div>
<p><strong>A situação económica do concelho espelha a realidade do país?</strong></p>
<p>Continuo a pensar que a realidade do concelho é um pouco melhor que a realidade do país. Nomeadamente em relação ao desemprego (metade da taxa nacional), estamos numa situação muito mais favorável. O mesmo acontece com o aumento de novas empresas, comparativamente com 2010. As insolvências e as dissoluções também diminuíram.</p>
<p><strong>O Plano de Saneamento Financeiro da câmara (31 milhões de euros) salvou empresas locais?</strong></p>
<p>Sei que ajudou bastante as empresas locais, porque havia algumas cuja sobrevivência dependia de receber da câmara. Se tivesse demorado mais seis meses, algumas empresas podiam ter ficado pelo caminho. (…) O plano financeiro tem o reverso da medalha: durante 10 anos não vai haver investimento público, porque a câmara não tem dinheiro, e esse é um paradigma que as pessoas têm de aceitar.</p>
<p><strong>De que forma pode, então, a autarquia contribuir para a recuperação económica local?</strong></p>
<p>A regeneração urbana e a remodelação do mercado municipal vão marcar a cidade nos próximos anos. Mas a Figueira tem de se unir e saber aproveitar estes projetos. Este é um projeto pelo qual a ACIFF se bate desde 2007.</p>
<p><strong>Qual é a taxa de ocupação da incubadora de empresas?</strong></p>
<p>Andará à volta dos 60 por cento. Estamos preocupados, porque há jovens empreendedores de Coimbra que não querem vir para a Figueira. Mas estamos a trabalhar para que a incubadora não venha a ser um problema.</p>
<p><strong>Por que é que não querem vir?</strong></p>
<p>Porque a cidade deixou de ter capacidade de atrair pessoas, já não é uma cidade universitária, provavelmente deixou-se parar no tempo. Por isso, acho que a regeneração urbana vai tornar a Figueira mais apelativa.</p>
<p><strong>A Figueira da Foz deixou de ser “sexy”?</strong></p>
<p>Deixou de ser “sexy”. Por outro lado, o número de investidores locais interessados em instalarem-se na incubadora tem diminuído muito.</p>
<p><em>Esta entrevista pode ser ouvida na íntegra no programa “Clube Privado” da Foz do Mondego Rádio (99.1FM), às 19H00 de sexta e de sábado e às 22H00 de domingo, e em www.asbeiras.pt</em></p>
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	<itunes:summary>João Cardoso, presidente da ACIFF
A situação económica do concelho espelha a realidade do país?
Continuo a pensar que a realidade do concelho é um pouco melhor que a realidade do país. Nomeadamente em relação ao desemprego (metade da taxa nacional), estamos numa situação muito mais favorável. O mesmo acontece com o aumento de novas empresas, comparativamente com 2010. As insolvências e as dissoluções também diminuíram.
O Plano de Saneamento Financeiro da câmara (31 milhões de euros) salvou empresas locais?
Sei que ajudou bastante as empresas locais, porque havia algumas cuja sobrevivência dependia de receber da câmara. Se tivesse demorado mais seis meses, algumas empresas podiam ter ficado pelo caminho. (…) O plano financeiro tem o reverso da medalha: durante 10 anos não vai haver investimento público, porque a câmara não tem dinheiro, e esse é um paradigma que as pessoas têm de aceitar.
De que forma pode, então, a autarquia contribuir para a recuperação económica local?
A regeneração urbana e a remodelação do mercado municipal vão marcar a cidade nos próximos anos. Mas a Figueira tem de se unir e saber aproveitar estes projetos. Este é um projeto pelo qual a ACIFF se bate desde 2007.
Qual é a taxa de ocupação da incubadora de empresas?
Andará à volta dos 60 por cento. Estamos preocupados, porque há jovens empreendedores de Coimbra que não querem vir para a Figueira. Mas estamos a trabalhar para que a incubadora não venha a ser um problema.
Por que é que não querem vir?
Porque a cidade deixou de ter capacidade de atrair pessoas, já não é uma cidade universitária, provavelmente deixou-se parar no tempo. Por isso, acho que a regeneração urbana vai tornar a Figueira mais apelativa.
A Figueira da Foz deixou de ser “sexy”?
Deixou de ser “sexy”. Por outro lado, o número de investidores locais interessados em instalarem-se na incubadora tem diminuído muito.
Esta entrevista pode ser ouvida na íntegra no programa “Clube Privado” da Foz do Mondego Rádio (99.1FM), às 19H00 de sexta e de sábado e às 22H00 de domingo, e em www.asbeiras.pt
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<itunes:subtitle>Presidente da Associação Comercial e Industrial da Figueira da Foz (ACIFF) defende a regeneração urbana e a remodelação do mercado municipal</itunes:subtitle>
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