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	<title>Diário As Beiras &#187; Entrevistas</title>
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	<description>O meu jornal, a minha região</description>
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		<title>Diário de Almalaguês &#8211; Em 12 anos cumprimos todas as promessas políticas feitas desde o 25 de Abril</title>
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		<pubDate>Sat, 11 May 2013 07:30:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Marques</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Entrevista ao presidente da Junta de Freguesia de Almalaguês, Victor Costa]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_81980" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.asbeiras.pt/wp-content/uploads/2013/05/14-VITOR-COSTA-ALMALAGUES-LC-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-81980" alt="Foto Luís Carregã" src="http://www.asbeiras.pt/wp-content/uploads/2013/05/14-VITOR-COSTA-ALMALAGUES-LC-1-300x168.jpg" width="300" height="168" /></a><p class="wp-caption-text">Foto Luís Carregã</p></div>
<p><strong>Almalaguês tem razões de queixa da Câmara de Coimbra?</strong></p>
<p>Nós temos de reconhecer à Câmara, desde o dr. Encarnação ao dr. Barbosa de Melo, a hombridade e a seriedade de olhar para Almalaguês como uma freguesia e não como uma coisa periférica e rural como era antigamente, em que só a cidade é que contava. Só isso veio permitir que, nos últimos 12 anos, tenhamos cumprido todas as promessas políticas, em Almalaguês, desde o 25 de Abril.</p>
<p><strong>Foi tudo positivo?</strong></p>
<p>Temos de ser honestos e reconhecer que há coisas que são difíceis de perceber na relação entre a câmara e as freguesias, nomeadamente em alguns vereadores. A verdade é que há vereações que nos falham ao não assumirem os seus compromissos, ao não estarem presentes no terreno, ao não nos reconhecerem como parceiros&#8230; E, a culminar tudo isto, ainda têm o desplante de atirar as consequências dos seus erros para cima do presidente. É inadmissível e quem esteve na última assembleia municipal percebe bem o que estou a dizer.</p>
<p><em>Versão completa na edição impressa</em></p>
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		<title>“Cantar nos Madredeus foi marcante porque cresci a ouvi-los” (com audio)</title>
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		<pubDate>Fri, 10 May 2013 19:57:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jot.Alves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coimbra Distr]]></category>
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		<description><![CDATA[Cristina Loureiro atua hoje no auditório municipal, acompanhada por Ruben Alves e músicos convidados]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.asbeiras.pt/wp-content/uploads/2013/05/12-CRISTINA-LOUREIRO-JA-2.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-81961" alt="CRISTINA LOUREIRO JA" src="http://www.asbeiras.pt/wp-content/uploads/2013/05/12-CRISTINA-LOUREIRO-JA-2-300x168.jpg" width="300" height="168" /></a></p>

<p><strong>Que repertório vai apresentar esta noite no Auditório Municipal da Figueira da Foz?</strong></p>
<p>O concerto vai ter alguns temas conhecidos do Zeca Afonso e temas originais.</p>
<p><strong>Até onde pretende ir o dueto Cristina Loureiro/Ruben Alves?</strong></p>
<p>As pessoas cruzam-se nas nossas vidas por alguma razão e este foi um cruzamento muito feliz, a nível profissional e pessoal. Vamos tentar ir para estúdio no final deste ano, para registar os nossos temas originais.</p>
<p><strong>Já cantou nos Madredeus. Esta foi a fase mais marcante da sua carreira?</strong></p>
<p>O importante é sempre o caminho e a forma como alimentamos esse caminho. Foi importante (ter cantado nos Madredeus), porque cresci a ouvir a Teresa Salgueiro. Foi marcante, a este nível, porque senti que podia fazer parte de algo com que tinha crescido e era uma referência para mim.</p>
<p><strong>O início da sua carreira passou pelos Maresia, grupo de música tradicional portuguesa da Figueira da Foz. Foi uma boa escola?</strong></p>
<p>Foi fantástica. Quando conseguimos trabalhar com bons músicos, fazer o levantamento da nossa música tradicional (transmitida através da tradição oral) e trabalhar nos arranjos, é fantástico.</p>
<p><strong>Também foi cantora convidada do Casino Figueira e cantora residente num programa televisivo da SIC. Gostou dessas experiências?</strong></p>
<p>Adorei. Participei em inúmeros programas de televisão. Mas o programa em que mais gostei de participar foi no “Big show SIC”. Foi uma escola como nunca tive, com músicos muito profissionais. Foi muito enriquecedor.</p>
<p><strong>Continua a ser professora de música por opção ou porque a carreira musical não lhe paga as contas?</strong></p>
<p>(Risos). Gosto muito de ensinar. Gosto do contacto com as crianças e com os professores, mas se pudesse lecionar menos horas e escrever mais (canções) e cantar mais, era isso que fazia.</p>
<p><em>Esta entrevista pode ser ouvida na íntegra em www.asbeiras.pt, a partir das 19H30 de hoje, e no programa “Clube Privado” da Foz do Mondego Rádio (99.1 FM), às 19H00 de hoje e de amanhã e às 22H00 de domingo.</em></p>
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		<title>“Se fosse hoje voltava a fazer o mesmo” (com audio)</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Apr 2013 20:00:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jot.Alves</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Jorge Dias foi o militar que registou em imagens o 25 de Abril na Figueira da Foz]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://www.asbeiras.pt/wp-content/uploads/2013/04/08-JORGE-DIAS-DR.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-80951" alt="08 JORGE DIAS DR" src="http://www.asbeiras.pt/wp-content/uploads/2013/04/08-JORGE-DIAS-DR-300x168.jpg" width="300" height="168" /></a></strong></p>

<p><strong>Onde estava no dia 25 de abril de 1974?</strong></p>
<p>Estava, como nos últimos três anos, no <strong>Regimento de Artilharia Pesada</strong> (RAP) 3 da<strong> Figueira da Foz</strong>. A partir dessa altura, passei a fazer parte dos quadros desta unidade. Na noite de 24 para 25 estava equipado com equipamento fotográfico para poder registar o golpe militar.</p>
<p><strong>Isso significa que fora previamente avisado?</strong></p>
<p>Sim. Após o golpe de 11 de março, tive o privilégio de poder lidar, de muito perto, com o capitão Dinis de Almeida, que foi um dos mentores e organizadores da revolução. Fui informado, cerca de 20, 25 dias antes, e portanto estava à espera do que ia acontecer.</p>
<p><strong>O que é que registou daquela madrugada e dos dias que se seguiram?</strong></p>
<p>Registei o que me incumbiram, ou seja, tudo o que fosse motivo de registo fotográfico. Mas houve outras nuances, como a detenção do comandante da unidade, Sílvio Aires de Figueiredo, levada a efeito por mim e pelo capitão Dinis de Almeida, que lhe deu voz de prisão. (O comandante) não aderiu ao golpe, era uma força de bloqueio, como outras que existiam no RAP 3.</p>
<p><strong>Qual foi a reação do comandante?</strong></p>
<p>Ficou espantado com a voz de prisão do capitão Dinis de Almeida. Uma vez desarmado &#8211; sabíamos que usava um revolver e íamos preparados &#8211; , acompanhou-nos até à sala do oficial dia, onde ficou, também, muito espantado, porque já lá estavam detidos outros elementos da unidade.</p>
<p><strong>Que papel desempenhou o RAP 3 na Revolução de Abril?</strong></p>
<p>A função da unidade, agregada com as unidades de Aveiro e Viseu, era a de seguir para Leiria, Caldas da Rainha, libertar os presos (políticos) de Peniche, aeroporto da Portela e Penha de França (Lisboa). Como se sabe, correu tudo bem e acabou por ser uma coisa maravilhosa. (…) Nos dias seguintes reinou alguma anarquia na unidade. Se fosse hoje, volta a fazer o mesmo.</p>
<p><em>Esta entrevista poder ser ouvida na íntegra na Foz do Mondego Rádio (99.1 FM), hoje, às 21H00, e em www.asbeiras.pt.</em></p>
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		<title>“Não conseguimos pagar as taxas que se praticam em Buarcos” (com audio)</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Apr 2013 18:00:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jot.Alves</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Daniel Garcia é o presidente da Associação de Comerciantes do Mercado Municipal da Figueira da Foz]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.asbeiras.pt/wp-content/uploads/2013/04/09-MERCADO-DANIEL-GARCIA-JA-2.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-80372" alt="DANIEL GARCIA JA" src="http://www.asbeiras.pt/wp-content/uploads/2013/04/09-MERCADO-DANIEL-GARCIA-JA-2-300x168.jpg" width="300" height="168" /></a></p>

<p><strong>Os comerciantes continuam satisfeitos com o mercado provisório?</strong></p>
<p>Penso que nem todos poderão dizer que estão totalmente satisfeitos, pelo facto de que, no mercado municipal, estariam em posições mais próximas dos clientes. Reconheço que alguns concessionários ficaram mais apertados. Mas, de uma maneira geral, estão satisfeitos, porque geram mais ou menos o mesmo negócio e o verão foi muito bom. Devido à conjuntura nacional, é difícil avaliar se se vendia mais no mercado provisório ou no mercado municipal.</p>
<p><strong>Que tem a dizer acerca da remodelação do mercado municipal?</strong></p>
<p>O 1.º andar estava totalmente deteriorado, onde os concessionários tiveram de gastar dinheiro do seu bolso, para melhorar o espaço (no piso superior). Mas, se a associação colocasse entraves a este projeto, podia acontecer como aconteceu em Tomar, onde as obras do mercado não avançaram e a ASAE fechou-o. Por isso, penso que esta câmara teve uma grande coragem ao fazer esta obra com pouco dinheiro.</p>
<p><strong>Quando e como devem regressar os concessionários ao mercado requalificado?</strong></p>
<p>Era bom que a mudança fosse feita entre um sábado e uma segunda-feira, porque às terças temos o mercador abastecedor de fruta. Tudo indica que o mercado reabre no início de junho.</p>
<p><strong>Antes de reabrir, há que fazer a redistribuição das bancas. O processo está a ser consensual?</strong></p>
<p>Está a ser complicado. Há pessoas que não ficaram satisfeitas, por terem ficado mais escondidas do público. Mas acredito que vai ser tudo ultrapassado.</p>
<p><strong>As taxas vão ser atualizadas e a câmara deverá aproveitar para aproximar os preços praticados nos dois mercados municipais da cidade…</strong></p>
<p>O Mercado Municipal de Buarcos está demasiadamente caro e o da Figueira da Foz demasiadamente barato. Ainda não nos foi dito quanto vão subir as taxas. Nós não conseguimos pagar as taxas que se praticam em Buarcos. Por isso, esperamos que a câmara baixe as de Buarcos e suba as nossas, para haver uma taxa igual para os dois mercados. A associação defende que as novas taxas e o novo regulamento sejam apresentados antes de o mercado reabrir, para sabermos com linhas nos vamos coser.</p>
<p><em>Esta entrevista poder ser ouvida na íntegra na Foz do Mondego Rádio (99.1 FM), hoje, às 21H00, e em www.asbeiras.pt</em></p>
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		<title>“Vamos reorientar a incubadora para a fileira do mar” (com audio)</title>
		<link>http://www.asbeiras.pt/2013/04/vamos-reorientar-a-incubadora-para-a-fileira-do-mar-com-audio/</link>
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		<pubDate>Fri, 05 Apr 2013 18:00:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jot.Alves</dc:creator>
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		<description><![CDATA[João Damasceno assumiu recentemente a presidência da Associação Comercial e Industrial da Figueira da Foz (ACIFF)]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.asbeiras.pt/wp-content/uploads/2012/08/09-JOAO-DAMASCENO-PAC-1.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-61017" alt="09 JOAO DAMASCENO PAC (1)" src="http://www.asbeiras.pt/wp-content/uploads/2012/08/09-JOAO-DAMASCENO-PAC-1-300x168.jpg" width="300" height="168" /></a></p>

<p><strong>A ACIFF vai retomar uma feira de atividades económicas ainda este ano?</strong></p>
<p>Estamos a trabalhar sobre esse assunto. Mas há muitos fatores externos (que podem impedir que se realize uma feira este ano). Mas o que for feito, será para mostrar, com dignidade, brio e orgulho, o que de novo se fez ao longo do ano na economia local.</p>
<p><strong>Depreende-se das suas palavras que a prioridade não vai para a recuperação da Fimar (feira ligada às atividades marítimas), mas para uma feira mais local.</strong></p>
<p>O formato Fimar, claramente, tem de ser retomado. A Figueira está virada para o mar e portanto vamos ter de arranjar uma feira relacionada com as atividades marítimas. (…) A primeira feira deverá ser um evento com expositores da área de influência da ACIFF. A Fimar é um desafio absolutamente relevante e central na projeção da Figueira da Foz para o mar.</p>
<p><strong>A nave do mercado municipal provisório pode vir a ser utilizada para feiras de exposições de atividades económicas?</strong></p>
<p>É uma infraestrutura importante e um sítio muito interessante do ponto de vista de localização e de estacionamento. É um sítio muito relevante. E, com o espaço envolvente, dá para ali conviverem vários eventos ao mesmo tempo.</p>
<p><strong>As feiras que a ACIFF vier a organizar vão ser realizadas no verão ou na época baixa?</strong></p>
<p>Essa é outra questão relevante, assim como a localização. Teremos de fugir do pico do verão. Maio ou junho são datas interessantes.</p>
<p><strong>Quais são as prioridades da nova direção da ACIFF?</strong></p>
<p>(…) Tudo se resume a ficarmos mais perto uns dos outros. Estou a referir-me, por exemplo, ao Condomínio do Comércio, projeto elaborado pela direção anterior. Estamos também a trabalhar na adesão a uma aplicação para “telemóveis inteligentes” (Figueira Mobile), uma ferramenta rápida e intuitiva. Outra questão essencial é a instalação de som ambiente na cidade.</p>
<p><strong>Qual vai ser o futuro da incubadora de empresas?</strong></p>
<p>Há uma série de áreas ligadas ao mar que nos leva a acreditar que o sítio certo para desenvolvê-las é a incubadora. E portanto vamos reorientar a sua atividade para a fileira do mar e tentar cativar investidores, malta nova, criativa e com novos projetos.</p>
<p><em>Esta entrevista poder ser ouvida na íntegra na Foz do Mondego Rádio (99.1 FM) e em www.asbeiras.pt</em></p>
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		<title>“Os nossos dogmas são os que estão na Bíblia” (com audio)</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Mar 2013 18:00:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jot.Alves</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Teotónio Cavaco]]></category>

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		<description><![CDATA[Teotónio Cavaco do Norte fundou a Igreja Evangélica Baptista na Figueira da Foz há 35 anos]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.asbeiras.pt/wp-content/uploads/2013/04/08-TEOTONIO-CAVACO-JA-2.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-80363" alt="TEOTONIO CAVACO JA" src="http://www.asbeiras.pt/wp-content/uploads/2013/04/08-TEOTONIO-CAVACO-JA-2-300x168.jpg" width="300" height="168" /></a></p>

<p><strong>Como foi o início da implantação da Igreja Evangélica Baptista na Figueira da Foz?</strong></p>
<p>Eu já conhecia a Figueira da Foz. Vim aqui pela primeira vez com um grupo de jovens da Marinha Grande, tinha 17 anos de idade, para ver o célebre campeão de ciclismo Alves Barbosa, e então pensei em começar um trabalho Batista nesta cidade. Quando iniciei o trabalho, com a minha mulher e dois filhos, dois anos depois, organizámos a igreja, com 27 membros.</p>
<p><strong>Quantos elementos tem, atualmente?</strong></p>
<p>É difícil de responder, porque nós temos o conceito de membro, que é aquela pessoa ativa, batizada em adulta. Portanto, não contamos as crianças nem os adolescentes que não estejam batizados. Atualmente, temos cerca de uma centena de elementos.</p>
<p><strong>São poucos ou muitos?</strong></p>
<p>São muitos, porque a matriz em Portugal é católica. Logicamente, as pessoas pensam que não devem mudar. E quando há uma mudança, é quase uma traição a essa matriz e a esse pensamento.</p>
<p><strong>Quais são os dogmas da sua Igreja?</strong></p>
<p>Temos dogmas, mas não aceitamos dogmas que vão sendo impostos através dos tempos. Os dogmas que temos são os que estão na Bíblia.</p>
<p><strong>Que opinião tem acerca do novo papa?</strong></p>
<p>Como não sou católico, não tenho papa. Acredito que (com Francisco) pode haver uma mudança superficial, de costumes, mas não acredito numa mudança substancial, teológica ou doutrinária.</p>
<p><strong>Concorda com a ordenação de mulheres?</strong></p>
<p>Este assunto está a ser debatido também entre os batistas. Está a acontecer isto agora porque, pela primeira vez em Portugal, foi ordenada uma mulher e está a gerar grande celeuma.</p>
<p><em>Esta entrevista poder ser ouvida na íntegra na Foz do Mondego Rádio (99.1 FM) e em www.asbeiras.pt.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>“Ações a favor da comunidade justificam a existência dos clubes de serviço” (com audio)</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Mar 2013 17:30:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jot.Alves</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Rotary Clube tem em curso um conjunto de ações de solidariedade e de empreendedorismo social]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.asbeiras.pt/wp-content/uploads/2013/04/13-AZEVEDO-ROTARY-JA-1.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-80356" alt="JOSE JOAO AZEVEDO JA" src="http://www.asbeiras.pt/wp-content/uploads/2013/04/13-AZEVEDO-ROTARY-JA-1-300x168.jpg" width="300" height="168" /></a></p>

<p><strong>O Rotary Clube da Figueira da Foz (RCFF) criou um parque florestal urbano. É a este tipo de ações que os clubes de serviço devem prestar mais atenção?</strong></p>
<p>O Rotary é um clube de serviço com duas caraterísticas fundamentais: ter elementos que sejam profissionais de reconhecido mérito e capacidade de servir os outros. Nesta perspetiva, creio que é caminho para todos os clubes de serviço servir os outros. Portanto, tudo o que seja feito a bem da comunidade próxima ou distante justifica plenamente a existência dos clubes de serviço.</p>
<p><strong>Como é que surgiu a ideia de criar um parque florestal?</strong></p>
<p>Havia ali um lugar que precisava de intervenção e porque fazemos 75 anos. Descerrar uma lápide é uma coisa importante, mas queríamos que o comprometimento de serviço fosse um pouco mais longe e fazer alguma coisa de bom para a cidade.</p>
<p><strong>Como é que vai ser o parque daqui a 25 anos (período da gestão do espaço pelo RCFF)?</strong></p>
<p>Para além das árvores, é um espaço de relaxamento físico e espiritual. O que está previsto é criar caminhos, colocar bancos e uma ponte para o atravessamento da vala. Para já, é isto que está pensado e temos de criar mais parcerias – nós e a câmara –, para os próximos 25 anos. (…) O parque vai crescendo, com a ajuda de todos.</p>
<p><strong>“Vamos dar o litro” é uma das próximas iniciativas solidárias do RCFF. De que se trata?</strong></p>
<p>É uma ação que está a ser preparada. Em abril vamos entregar uma cadeira de rodas a uma jovem necessitada deste concelho, adquirida através de senhas vendidas à população. Para além disso, vamos oferecer a duas entidades locais artigos usados, mas não estragados. Às crianças (carenciadas) dos zero aos três anos vamos dar cadeiras, carrinhos e brinquedos, através da Liga dos Amigos do Hospital Distrital da Figueira da Foz. A outra campanha destina-se a recolher jogos didáticos, livros e brinquedos para crianças dos três aos seis anos que frequentam o Centro Escolar S. Julião/Tavarede. “Vamos dar o litro” consiste em criar um evento no qual a participação será paga por litros e quilos de alimentos e deverá realizar-se no final de maio.</p>
<p><em>Esta entrevista pode ser ouvida na íntegra em www.asbeiras.pt, a partir das 19H30 de hoje, e no programa “Clube Privado” da Foz do Mondego Rádio (99.1FM), às 19H00 de hoje e de amanhã e às 22H00 de domingo.</em></p>
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		<title>“Há espaço na cidade para as duas tunas” (com audio)</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Mar 2013 17:30:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>António Alves</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Paulo Santarém é um dos rostos mais conhecidos da Bruna e do Festival Internacional de Tunas Universitárias]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.asbeiras.pt/wp-content/uploads/2013/04/07-PAULO-SANTAREM-JA-2.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-80350" alt="Paulo Santarém JA" src="http://www.asbeiras.pt/wp-content/uploads/2013/04/07-PAULO-SANTAREM-JA-2-300x168.jpg" width="300" height="168" /></a></p>

<p><strong>Como é que se consegue manter uma tuna académica no ativo durante 20 anos numa cidade que já não tem ensino superior?</strong></p>
<p>A Universidade Internacional da Figueira da Foz (UIFF) fechou em 2009, mas foi decidido continuarmos com a tuna, porque temos orgulho de representar e cantar a cidade.</p>
<p><strong>A tuna celebra 20 anos durante o 10.º Festival Internacional de Tunas Universitárias da Figueira da Foz (FITUFF). Este duplo acontecimento faz refletir sobre o futuro?</strong></p>
<p>Sim. O futuro do festival e de da tuna está dependente dos elementos que integram a Bruna. É claro que não podemos fazer uma projeção a longo prazo. Mas a médio prazo, o futuro está assegurado, com a entrada de novos elementos.</p>
<p><strong>Na cidade realizam-se dois festivais internacionais de tunas. A Bruna e a Imperial Neptuna já equacionaram a possibilidade de fazerem apenas um e fundirem as tunas?</strong></p>
<p>São duas realidades distintas. Neste momento não faz sentido &#8211; se calhar nunca fez &#8211; estar a confundi-las. Há espaço na Figueira da Foz para as duas tunas, por isso não há uma colisão entre os dois festivais.</p>
<p><strong>Quanto custa a edição deste ano do FITUFF, que se realiza hoje a amanhã no Casino Figueira?</strong></p>
<p>A edição deste ano custa cerca de oito mil euros. É um orçamento maior do que o do festival do ano passado, porque acrescem as despesas de mais um dia.</p>
<p><strong>Por que razão a Bruna não está no Sítio das Artes, nas instalações onde nasceu?</strong></p>
<p>Não sei por que razão o nosso pedido foi indeferido pela câmara. Quando foram atribuídos espaços a várias associações, não fomos tidos nem achados. Mais tarde, disseram-nos que as instalações poderiam vir a ser utilizadas por uma instituição de ensino superior. Disseram-nos, posteriormente, que nos cediam um espaço, mas continuamos à espera.</p>
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		<title>“Tem faltado na câmara da Figueira uma coordenação política mais forte” (com audio)</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Mar 2013 16:21:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jot.Alves</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Líder da Concelhia do PS não abdica do reforço do partido na lista de Ataíde ]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.asbeiras.pt/wp-content/uploads/2010/10/03-JOAO-PORTUGAL-JA.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-10518" alt="190710 JOAO PORTUGAL DEPUTADO PS FIGUEIRA POLITICA JOT ALVES" src="http://www.asbeiras.pt/wp-content/uploads/2010/10/03-JOAO-PORTUGAL-JA-300x168.jpg" width="300" height="168" /></a></p>

<p><strong>Já chegou a acordo com João Ataíde sobre a lista do PS para a Câmara da Figueira da Foz?</strong></p>
<p>Tem havido um conjunto de conversações com a direção nacional (do PS) e com o candidato (João Ataíde) no sentido de chegarmos a um entendimento.</p>
<p><strong>Mas João Ataíde diz que não aceita listas impostas…</strong></p>
<p>Da mesma forma que não é correto impor listas ao candidato, também não é correto impor listas ao partido&#8230; Da mesma forma que não deve haver uma partidarização da câmara, também não deve haver uma municipalização dos partidos.</p>
<p><strong>Os primeiros quatro nomes da lista aprovados são inegociáveis?</strong></p>
<p>A Concelhia legitimou, ponto final. Mas há o resto da lista para fazer.</p>
<p><strong>Disse que houve conversações e consensos. Então por que motivo diz João Ataíde que não aceita imposições?</strong></p>
<p>João Ataíde sabia da lista que ia ser votada. Disse que não aceitaria uma lista que não assegurasse a continuidade dos quatro elementos do executivo e que António Tavares tinha de ir em quarto lugar. O PS entendeu que não deve haver imposições e intransigências.</p>
<p><strong>Estamos perante um braço de ferro entre o PS e João Ataíde?</strong></p>
<p>No PS sempre houve estes cenários à volta das listas e candidatos. (…) Comigo na liderança da Concelhia, não há negócios debaixo da mesa, tudo será transparente.</p>
<p><strong>Neste caso, porém, não estão em causa lutas entre sensibilidades do partido, mas sim entre independentes e militantes&#8230;</strong></p>
<p>De facto, esse fenómeno é novo e não deixa de ser caricato, mas faz parte da vida política.</p>
<p><strong>Como é que vai ser a sua coabitação política com João Ataíde, no executivo ou na oposição, depois deste extremar de posições?</strong></p>
<p>Será pacífica, porque os interesses do município estão em primeiro lugar.</p>
<p><strong>Isabel Cardoso voltou a tomar uma posição divergente do resto do executivo…</strong></p>
<p>Tem faltado na câmara uma coordenação política mais forte, para que fenómenos destes não aconteçam. O reforço de dirigentes do PS na câmara só reforçará a coesão, o debate e o entendimento. Entendo, também, que deve haver diálogo (no executivo camarário) para se poderem apresentar propostas em unanimidade.</p>
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		<title>“Estou muito otimista em relação à nova direção” (com audio)</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Feb 2013 19:30:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jot.Alves</dc:creator>
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		<description><![CDATA[João Cardoso conduziu os destinos da Associação Comercial e Industrial da Figueira da Foz (ACIFF) durante os últimos cinco anos]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_39502" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.asbeiras.pt/wp-content/uploads/2011/11/fotototoooo.jpg"><img class="size-medium wp-image-39502" alt="Foto de Jot' Alves" src="http://www.asbeiras.pt/wp-content/uploads/2011/11/fotototoooo-300x168.jpg" width="300" height="168" /></a><p class="wp-caption-text">Foto de Jot&#8217; Alves</p></div>

<p><strong>Que legado deixam os seus mandatos na ACIFF?</strong></p>
<p>É difícil falar em causa própria. Aquilo que eu gostaria de destacar é o trabalho desenvolvido ao longo dos últimos anos, em que houve um período de grande colaboração entre a ACIFF e a Câmara da Figueira da Foz. Começou em 2003, com um protocolo de intenções, que tive o grande prazer de finalizar, neste mandato. Esse protocolo passou pela venda da Casa do Paço à câmara, pela criação da incubadora de empresas e por outras iniciativas realizadas em conjunto, nomeadamente a regeneração urbana.</p>
<p><strong>O que espera do seu sucessor, João Damasceno?</strong></p>
<p>Estou muito otimista em relação à nova direção e à sua capacidade desta estabelecer diálogo com as estruturas locais. Nós, com algum desgosto, não conseguimos fazer um diálogo tão profícuo, ao nível local, nos últimos dois, três anos. Penso que o novo presidente tem mais condições. A nossa equipa sofreu um pouco de desgaste. Quando fui convidado (em 2007) para encabeçar a lista, havia um acordo tácito segundo o qual haveria um sucessor em 2009 e aquilo que aconteceu é que acabámos por fazer dois mandatos.</p>
<p><strong>Por que razão não têm aparecido listas concorrentes aos corpos sociais?</strong></p>
<p>A responsabilidade inerente a uma direção da ACIFF é significativa. Por um lado, vemos o emagrecimento do tecido empresarial. Por outro lado, a associação tem crescido. A título de exemplo, em 2007, o orçamento foi de 200 mil euros e o de 2010 foi de 1,2 milhões de euros.</p>
<p><strong>A incubadora de empresas também está a ser afetada pela crise?</strong></p>
<p>Neste momento, temos uma taxa de ocupação de cerca de 50 por cento, mas algumas empresas estão no fim do período de incubação. Portanto, temos de encontrar novas empresas, para substituir as que vão sair.</p>
<p><strong>Que leitura faz do surgimento de novas associações empresariais na Figueira da Foz?</strong></p>
<p>Num primeiro momento, pode deixar-nos um pouco preocupados, porque as pessoas não procuraram a ACIFF para resolver os problemas. Mas num segundo momento vejo essa situação com naturalidade.</p>
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