Plastdiversity investe mais 3,5 milhões de euros na Marinha das Ondas

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Foto: DB-J.A.

 

A Plastdiversity, unidade industrial instalada na Marinha das Ondas, investiu cerca de 3,5 milhões de euros na ampliação das instalações. A fábrica de artigos de plástico iniciou a atividade há 15 anos.

Desde então, não tem parado de conquistar novos mercados. A inovação e a investigação fazem parte do “ADN” da empresa familiar, fundada pelo casal constituído por Moisés Francisco e Isabel Francisco, ao qual, entretanto, se juntou a filha, Ana Francisco.

Aquela unidade industrial do concelho da Figueira da Foz fabrica e comercializa artigos de plástico para controlo de pragas, agrojardim e produtos para o lar.

A nova nave de produção está equipada com tecnologia-de-ponta de automação. Não obstante, com a sua entrada em funcionamento, a Plastdiversity criou 10 novos postos de trabalho e as contratações não vão ficar por aqui, afiançou o empresário. “A única forma de produzir mais, o que não quer dizer que tenhamos de ter menos pessoal, é a robotização”, defendeu Moisés Francisco.

Informação completa na edição impressa

2 Comments

  1. Iōanna Nikolaïdes says:

    Ora aqui temos mais um exemplo de como a espécie humana o que tem de melhor é a CRIATIVIDADE, o EMPREENDEDORISMO, e o BOM SENSO.
    Tudo remontará a Moisés. Esse profeta do plástico que terá afinal sido instruído, não pelo Céu, mas pela conjunção do inspirador trabalho fílmico de Alain Resnais, e literário do poeta científico Raymond Queneau.

    "O temps, suspends ton bol, ô matière plastique
    D’où viens‐tu?
    Qui es-tu? Et qu'est-ce qui explique
    Tes rares qualités? De quoi donc es-tu fait?
    D'où donc es-tu parti? Remontons de l'objet
    À ses aïeux lointains! Qu'à l’envers se déroule
    Son histoire exemplaire.
    (…)

    À peine était-il né, notre polystyrène.
    Polymère produit du plus simple styrène.
    Polymérisation: ce mot, chacun le sait,
    Désigne l'obtention d'un complexe élevé
    De poids moléculaire. Et dans un réacteur,
    Machine élémentaire oeuvre d'un ingénieur,
    Les molécules donc s'accrochant et se liant
    En perles se formaient.
    (…)

    On pourrait repartir sur ces nouvelles pistes
    Et rechercher pourquoi et l'autre et l'un existent.
    Le pétrole vient‐il de masses de poissons?
    On ne le sait pas trop ni d'où vient le charbon.
    Le pétrole vient-­‐il du plankton en gésine?
    Question controversée… obscures origines…"
    (…)

    Raymond Queneau, Chêne et Chien, suivi de Petite cosmogonie portative et de Le Chant de Styrène, Paris, Gallimard, coll. «Poésie», 1969.

    Alain Resnais, Le Chant du Styrène, 1957.

    “Le pétrole vient‐il de masses de poissons?”
    Se PEIXINHO e PETRÓLEO são O MESMO, perguntamo-nos acerca da justificação da celeuma ocasionada por certos investigadores e investigadoras corrosivos, corrosivas, irritantes, como estes:
    http://noticias.uc.pt/universo-uc/investigadora-d

    Que nos inundam a visão de inquietantes imagens, afinal e tão somente exemplificativas de uma PERFEITA INOCUIDADE.
    https://www.instagram.com/p/BgYfOhDgQy0/?taken-by

    Face a tamanha ESQUIZOFRENIA, valha-nos a primeira, a segunda, as subsequentes, até à DERRADEIRA SUBVERSÃO: a do HUMOR. 🙂

    ? ? ?

  2. Iōanna Nikolaïdes says:

    A memória de longo prazo não é perfeita…

    Alain Resnais, Le Chant du Styrène, 1958.

    Mas o título da obra merecia antes o épico título:

    Styrène: Le Chant des Sirènes. 🙂

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