Marcelo lembra “lutador pela liberdade e pela democracia” e “criador do SNS”

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FOTO ANTÓNIO COTRIM/LUSA

O Presidente da República lamentou hoje a morte do antigo ministro António Arnaut, lembrando-o como um “cidadão impoluto” que foi um “lutador pela liberdade e pela democracia” e “criador do Serviço Nacional de Saúde (SNS)”.

Em declarações aos jornalistas, à saída do quartel dos bombeiros de Vila Nova de Tazem, no concelho de Gouveia, distrito da Guarda, Marcelo Rebelo de Sousa salientou que António Arnaut foi “proponente de uma reforma do SNS há muito pouco tempo”.

“Eu tive a honra de o condecorar com a Grã-Cruz da Ordem da Liberdade e queria, como amigo, recordar com saudade a pessoa e agradecer-lhe tudo o que fez por Portugal”, afirmou o chefe de Estado.

Durante uma visita a vários pontos do concelho de Gouveia, para se inteirar da situação no terreno na sequência dos incêndios de 2017, Marcelo Rebelo de Sousa descreveu António Arnaut como um “cidadão impoluto”, que “foi e é um exemplo de democrata, de lutador pela liberdade, de socialista empenhado na solidariedade social”.

O Presidente da República destacou a forma como o socialista era “sensível à justiça e à solidariedade”, acrescentando: “Daí ser o criador do SNS que é, porventura, uma das expressões máximas da solidariedade social acolhida na nossa Constituição”.

“Era de uma fidelidade, de uma lealdade, de uma persistência”, elogiou.

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