Coimbra e o país despediram-se com profunda emoção de António Arnaut

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FOTO DB/LUÍS CARREGÃ

A nação socialista marcou presença, ontem, “em peso”, na antiga igreja do Convento São Francisco. E também gente de todos os outros quadrantes políticos. E ainda cidadãos anónimos, muitos. E, claro, a discreta fraternidade maçónica – vinda de todo o país e representando a quase totalidade das lojas.

A despedida de António Arnaut traduziu bem o enorme crédito que o advogado e cidadão granjeou na sua vida pública. Habitualmente refém de expressões previsíveis, o testemunho das muitas figuras presentes, em Coimbra, acaba por ter um traço comum: a profunda afetividade, geradora de não menos imensa densidade, no adeus a um homem bom, fraterno, em que a dimensão moral se sobrepõe.

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