Fundo de Emergência Social apoiou 398 famílias

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O FMES – Fundo Municipal de Emergência Social apoiou, no ano de 2017, um total de 497 casos de carência comprovada em 398 agregados familiares residentes no concelho de Coimbra. Mais de um terço dos apoios foram para famílias que vivem em quatro freguesias: Torres do Mondego (47 casos), Santa Clara e Castelo Viegas (46), Ceira (44) e Taveiro, Ameal e Arzila (41).
Em vigor desde 2015, este fundo de proteção social tem vindo a ser aplicado no apoio a um número relativamente estável de situações de pobreza e exclusão social” no concelho: 481 no ano de 2015; 477 no ano de 2016; e 497 no ano de 2017.
Os dados constam do relatório do FME de 2017, apresentado publicamente na última reunião do executivo municipal.
Como se sabe, a política social do Município de Coimbra, impulsionada pelo vereador Jorge Alves, assenta na intervenção das Comissões Sociais de Freguesia (CSF) – estruturas que envolvem a câmara, as juntas, a Segurança Social e largas dezenas de organizações com implantação local (num total de 316, nas 18 comissões).
Em cada freguesia cabe à respetiva CSF garantir o acompanhamento das famílias carenciadas. Para tal, é determinante o trabalho dos técnicos da câmara, responsáveis pelos atendimentos. No ano passado, foram realizados 891 atendimentos. A maioria foi na União de Freguesias de Eiras e S. Paulo de Frades, com 246 atendimentos. Seguiu-se Santa Clara e Castelo Viegas (148) e Torres do Mondego (113).
No plano financeiro, o suporte vem do FMES. A dotação financeira para o ano passado foi de 100.000 euros, tendo sido transferido para as entidades o valor total de 99.500 euros. Deste montante, as 18 CSF aplicaram o valor de 77.585,21€.
No que concerne à tipologia de apoios concedidos, destacam-se as seguintes: Alimentação: 181 apoios (36% do total dos apoios) e Habitação (rendas): 128 apoios (26% do total de apoios).
O relatório apresentado explicita que cerca de um quinto dos 398 agregados familiares foram apoiados duas ou mais vezes.
No que respeita à composição das famílias, as que receberam mais apoios foram as unipessoais, ou seja, as formadas por uma pessoa isolados, num total de 130 (33%).

Notícia completa na edição impressa de hoje

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