Kino – Mostra de Cinema de Expressão Alemã chega a Coimbra

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A Kino – Mostra de Cinema de Expressão Alemã apresenta todos os anos, nas cidades de Lisboa, Porto e Coimbra, as mais recentes produções cinematográficas da Alemanha, da Áustria, da Suíça e do Luxemburgo.  A 15.ª edição Kino, parte integrante do panorama de festivais em Portugal,  apresenta em Coimbra, no Teatro Académico de Gil Vicente (TAGV) uma seleção de filmes integrados na Mostra Principal, Kinodoc, Mostra para as Escolas e, este ano, uma extensão à rubrica Cinema em Família com Animação para Miúdos, que já aconteceu no primeiro sábado de fevereiro.

Com produção do Goethe-Institut Portugal a Mostra de Cinema de Expressão Alemã apresenta-se no TAGV em três sessões diárias: às 15H00, às 18H30 e às 21H30. O preço dos ingressos varia entre os três e os 3,50 euros. A assinatura Kino tem um valor de 12 euros.

A abrir a Kino – na Mostra Principal –, o TAGV exibe esta quarta-feira, 14 de fevereiro, às 15H00, o filme “Ébrio Ébrio/Alki Alki”, de Axel Ranisch [origem Alemanha, 2015, legendas PT (BR), duração aprox. 1H40]. Desde a juventude de Tobias que Flasche (garrafa), o seu melhor amigo, nunca deixou de estar presente. É na companhia dele que vive bebedeiras e noites de festas que se prolongam pela manhã. Nos momentos de tristeza, é ele que está ao seu lado, aliviando-lhe a pressão das responsabilidades do quotidiano…

Às 18H30, no Kinodoc, será exibido o filme “Irmão Jakob/Bruder Jakob”, de Elí Roland Sachs [origem Alemanha, 2016, legendas PT (BR), duração aprox. 1H30]. Após uma experiência mística nas montanhas de Marrocos, Jakob converte-se ao Islão com 23 anos de idade. Entre os seus amigos e a família, que o consideram alguém com mente aberta, esta viragem de Jakob vai cada vez mais deparando com incompreensão e rejeição.

Para encerrar o primeiro dia de mostra, às 21H30, ainda no Kinodoc, passará o filme “Beuys”, de Andres Veiel [origem Alemanha, 2017, legendas PT (BR), duração aprox. 1H40].

Joseph Beuys, o homem do chapéu, do feltro e dos cantos repletos de gordura. Trinta anos após a sua morte, o artista afigura-se-nos como um visionário, alguém que estava (e ainda hoje continua) adiantado em relação ao seu tempo. Andres Veiel dá a palavra ao próprio artista. A partir de documentação audiovisual, até agora inédita, constrói um retrato que, tal como o próprio artista, tende mais a abrir espaço a ideias do que a proclamar grandes afirmações.

A 15 de fevereiro, passam os filmes “Casa Sem Teto/Haus ohne Dach”, de Soleen Yusef (15H00), “Herbert”, de Thomas Stuber (18H30) e “Se Penso na Alemanha à Noite/Denk ich an Deutschland in der Nacht”, de Romuald Karmakar (21H30). A 16 de fevereiro, último dia de mostra, vão ser exididos os filmes “Vento de Oeste/Westwind”, de Robert Thalheim (10H00, Mostra para Escolas), e “Casting”, de Nicolas Wackerbarth (21H30).

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