IKEA pode trocar Coimbra pela Figueira da Foz

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A multinacional sueca IKEA poderá estar interessada em instalar-se na Figueira da Foz.

O grupo estará em negociações com o centro comercial E.Leclerc, tendo em vista a sua aquisição. No entanto, fonte próxima da gerência da empresa de origem francesa ressalvou ao DIÁRIO AS BEIRAS que, nos últimos anos, foram várias as vezes em que se especulou sobre a venda daquele espaço, que, afiançou, “nunca esteve à venda”.

Durante o dia de ontem, fonte da Câmara da Figueira da Foz afirmou ao DIÁRIO AS BEIRAS que responsáveis do executivo municipal reuniram-se, pelo menos duas vezes, em 2017, com representantes da cadeia internacional de mobiliário, no sentido de apresentar “propostas concretas” aos suecos para a instalação de uma loja no concelho.

Concretamente, foram indicados terrenos do município nas futuras zonas industriais do Pincho (norte do concelho) e Vale de Murta (margem direita da foz do Mondego), com acesso às autoestradas que atravessam o território figueirense.

A fonte da autarquia revelou, ainda, que também foi fornecido o contacto da gerência do E.Leclerc. Esta opção terá despertado mais interesse por parte dos representantes da IKEA.

Toda a informação na edição impressa de hoje, 14 de fevereiro, do DIÁRIO AS BEIRAS

12 Comments

  1. Henrique Costa says:

    Os que dizem que Coimbra parou no tempo masque continuam a votar em presidentes que boicotam todos os investimentos, que se calem! De vez!!!

  2. anonimodasilva says:

    Aposto que é "Bluff"! Deve ser estratégia para ficarem mais fortes durante as negociações com a Câmara de Coimbra.

  3. Uma empresa compra um terreno para construir a sua terceira loja e empregar 400 pessoas. Os anos vão passando e surgem novas lojas a sul e a norte. Não será isto muito estranho,??? não haverá aqui responsabilidade municipal com grave prejuizo para a cidade e o concelho de Coimbra???

  4. Isso é que era!

  5. Zé da Gândara says:

    Venha lá o I-Quê-Á mesmo que venha para as instalações do E. Leclerc… Já agora… O E. Leclerc em Portugal não é propriamente Francês… É que as lojas até são uma franquia… E pela Figueira como por todo o país, o E. Leclerc é uma nulidade em termos de quota de mercado… Não se compreende como é que ainda se mantém aberto…

  6. Uma vez que o ikea se quer instalar pelo Centro, porque não em Pombal???

    Daria emprego a muita gente! Eu adorava!!!

  7. Conde de Miranda says:

    Espero que Coimbra se mantenha na terceira cidade do País, mas desta forma estamos a caminhar para muito longe
    disso.

  8. Leila Cristina says:

    Há muito tempo que Coimbra não é a terceira cidade meu amigo… Pense em Braga, Aveiro ou Leiria!

    • Que não já não seja a terceira cidade, começa a ser evidente, agora Aveiro ou Leiria? Informe-se, têm a mania de fazer destas cidades maiores do que o que são, mas Coimbra tem só o dobro da população das referidas.

    • Braga sim, Aveiro ou Leiria só pode estar a brincar!

      • Ciliazinha says:

        Não é za. É sá. E se fosse, não seria aceite. Ó espertalhão.
        Mar, sá, pio, é de origem duvidosa e incerta. E desses, não gostamos nós. Dos de origem duvidosa…
        Só dos sá que estão certificados. Ó espertalhão da província.
        Porque pili*** também não foi aceite. Foi censurado pelas Beiras!

        Aveiro, sim senhor! Que é uma terra onde fazem muita falta tarambecos made in global, à conta de mão-de-obra escrava, e infantil, e do sudeste asiático, e de outras terras.
        A par do IKEA, construam um edifício lá no Bairro de Santiago, com camaratas gigantes, para colocarem as crianças asiáticas obreiras de móveis rascas para o enfadado ocidental, que já não pode com a poltrona azul às florinhas, encomendada em Paços de Ferreira e manufacturada ainda em torno tradicional. Abaixo todos os ainda resistentes e existentes tornos tradicionais! Venham os tornos mecânicos em massa! E a manufactura em série!
        Ponham 100 IKEAS em Portugal, para que este se torne num país de futuro pleno-emprego! Para os autóctones e para os migrantes! E se estiverem fartos de móveis, pois que fabriquem bacios em madeira de pau-santo, personalizados! Com a postagem da foto do imponente cagalhot* depositado pelo proprietário de cada não menos majestoso rabo que lá se senta, em exercício de alívio temporário. E quando estiverem fartos também dos bacios personalizados, pois imprimam as caras dos imponentes do burgo nacional, e se não bastar, do global. E façam de novo propaganda! No Facebook e noutras partes! Nas traseiras dos tróleis, dos autocarros, nos comboios, nos jornais regionais. Propagandeiem essa nova moda de bacios dos enfastiados dos rabos personalizados. Novos bacios em pau-santo, com a foto de imponentes e famosos cagalhot**, depositados por rememoráveis existentes e já idos rabos! E assim em diante, consoante dite a moda e o enfado. E se nem bacios já bastarem, outro objecto qualquer, digno do bom gosto de cada proseirão e grosseirão, proseirona e grosseirona.
        Pois o que importa é que empreendam e produzam e consumam!
        Empreendam! Produzam! Consumam!

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