“Esquece Tudo o que te Disse” abre Sessões do Carvão em homenagem a Fernando Taborda

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A homenagem a Fernando Taborda prossegue esta quarta-feira com a abertura das Sessões do Carvão, na Casa das Caldeiras, em Coimbra, o que vai acontecer com a exibição do filme “Esquece Tudo o que te Disse”, de António Ferreira [Portugal, 2002]. A sessão está marcada para 21H30, seguindo-se uma conversa a contar com as presenças de António Ferreira (realizador) e Cristina Janicas (Bonifrates)

Com coordenação de Sérgio Dias Branco e organização da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, com o apoio do TAGV, CEC-AAC e AACC, este ciclo dedicado a Fernando Taborda é programado em colaboração com a Bonifrates. A entrada é livre.

“Fernando Taborda, artesão de histórias num palco de palavras”, a exposição que a Cooperativa Bonifrates produziu para homenagear o (seu) ator que faleceu em fevereiro de 2017, continua patente na Casa Municipal da Cultura de Coimbra, na Galeria Pinho Dinis, diariamente, entre as 10H00 e as 19H00.

O ciclo de cinema prossegue na próxima quarta-feira, 14 de fevereiro, às 21H30, com a exibição dos seguintes filmes: “pago para ver”, de Luís Manuel Almeida [Portugal, 2008, 7 min]; “Humilhados e ofendidos”, de Dany Horiuchi e Salvador Palma [Portugal, 2010, 18 min]; “O Voo da Papoila”, de Nuno Portugal [Portugal, 2011, 15 min]; “Posfácio nas Confecções Canhão”, de António Ferreira [Portugal, 2012, 30 min]; “Natais de Torga”, de João Paulo Janicas [Portugal, 2013, 43 min]; “Paloma”, coordenação de Nuno Portugal [Portugal, 2015, 19 min].

A 21 de fevereiro, ainda às 21H30, o filme “Embargo”, de António Ferreira [Brasil, Espanha, Portugal, 2010], encerra na Casa das Caldeiras o ciclo de homenagem ao ator.

Fernando Taborda faleceu em fevereiro de 2017. Um ano depois, a homenagem ao ator da Cooperativa Bonifrates, mostrando a maior parte dos filmes em que participou. O ator começou no teatro na década de 1960. O cinema veio bastante mais tarde, mas não teve menos importância na sua carreira artística, em particular se nos lembramos das duas longas metragens em que colaborou com o realizador António Ferreira. “Este ciclo celebra Taborda como artista e humanista, bem patente no seu empenho cívico (no Ateneu de Coimbra) e político (como militante comunista), não desligando estas duas facetas que definem a sua visão da cultura como espaço de encontro e questionamento humano”, refere uma nota da organização.

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