Penacova decreta luto municipal e manifesta pesar na sequência da explosão em Tondela

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Humberto Oliveira, presidente da Câmara de Penacova

A Câmara de Penacova decretou hoje luto municipal, como forma de expressar o pesar de todo o concelho pela explosão e incêndio de sábado, em Tondela, que provocaram oito mortos e, pelo menos 38 feridos.

“Humberto Oliveira, presidente da Câmara Municipal de Penacova, decretou luto municipal, a observar hoje, domingo, dia 14 de janeiro de 2018, e como forma de expressar o pesar de toda a população do Concelho de Penacova pela tragédia que assolou o Município de Tondela e, nomeadamente, a população de Vale da Rainha, tendo provocado a perda irreparável de vidas humanas”, lê-se numa nota de imprensa enviada à agência Lusa.

A autarquia diz que, perante esta tragédia, a Bandeira Municipal foi colocada a meia haste, expressando, “neste momento de profunda dor e perda, em seu nome pessoal, em nome da Câmara Municipal a que preside, dos seus Vereadores e Funcionários, o seu profundo pesar, bem como a sua mais sentida solidariedade junto dos familiares e amigos das vítimas desta tragédia, estendendo igualmente estes sentimentos ao município de Tondela, na pessoa do seu Presidente, José António Jesus, e aos corpos dirigentes e associados da Associação Recreativa, Cultural e Humanitária de Vila Nova da Rainha”.

Pelo menos 38 pessoas ficaram feridas no incêndio de sábado numa associação recreativa em Tondela, que provocou a morte a oito pessoas, segundo dados do Ministério da Saúde.

No local foram triadas 46 vítimas dos incêndios, sendo que oito delas foram vítimas mortais.

Segundo dados transmitidos à agência Lusa por fonte oficial do Ministério da Saúde, dos 38 feridos, nove já tiveram alta hospitalar.

Treze dos feridos do incêndio estão internados no hospital de Viseu, dois deles em cuidados intensivos, segundo o presidente da administração Centro Hospitalar Tondela – Viseu, Cílio Correia.

Houve ainda 16 feridos que foram enviados para outras unidades hospitalares: cinco para o Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra, para o Porto foram três feridos para o hospital São João, dois para o Santo António e um para a Prelada – este com “prognóstico reservado”, enquanto para Lisboa foram encaminhados dois para o Santa Maria, dois para o São Francisco Xavier e um menor para o Dona Estefânia.

No local estiveram 36 meios operacionais do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), entre eles seis viaturas médicas de emergência e reanimação, quatro unidades de psicologia, seis ambulâncias de emergência médica e também quatro helicópteros, dois deles da Força Aérea.

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