“Crescimento do iParque é avassalador”

Foto DB-Luís Carregã

“A situação do iParque está muito longe de ser alarmante”. A frase pertence a Paulo Mendes, presidente do Conselho de Administração do parque tecnológico que, ontem, abriu as portas do edifício Leonardo da Vinci para realizar o “Lanche de Dia dos Reis”.
À margem do encontro, que juntou empresários e colaboradores do espaço, e onde foram destacadas três das seis empresas que se associaram ao Coimbra iParque no ano passado, Paulo Mendes abordou o processo de internalização na Câmara Municipal de Coimbra, acionista maioritário, e falou sobre o panorama financeiro.
“O tema do iParque foi destacado durante toda a campanha eleitoral, por todos os candidatos, como sendo um grande problema da cidade. A nossa situação financeira é aquela que todos conhecem mas o panorama geral é tudo menos alarmante” assegurou o administrador. Aliás, acrescenta Paulo Mendes, “se nos compararmos com o parque de Aveiro, que não tem praticamente nada, com o de Abrantes, que também não é um sucesso, ou com o de Almada, que teria todas as condições para ser um exemplo de um espaço ligado à inovação e à tecnologia, ou com os da Covilhã e de Óbidos, percebemos que o Coimbra iParque tem um ritmo de crescimento avassalador, ao lado de muitos parques nacionais”.
Em declarações à comunicação social, Paulo Mendes assinalou, ainda, que “há muita ignorância quando se fala e escreve sobre o parque tecnológico”.
“A situação financeira é a que todos conhecem mas nem tudo é mau… A procura das empresas ilustra isso”, acrescentou.

 

Notícia completa na edição impressa do dia 9 de janeiro de 2018

6 Comments

  1. Sr Paulo Mendes, não faça dos munícipes parvos, o único crescimento avassalador do iparque é o da erva

    • Exactamente

    • eijao@gmail.com says:

      Tudo o que é caça ao voto em epoca de eleicoes é alvo de todos os louvores ,depois o tempo vai mostrando outra realidade mas os eleitos n7nca assumem que foi erro ,mau investimento prejuízo para os contribuintes pagarem O melhor exemplo é o TAO PROPAGAMDEADO —METRO DO MONDEGO-

  2. Poortugues says:

    O iParque, como muita coisa em Portugal, não tem/teve visão nem bases para crescer. A ideia foi "estão aqui uns lotes e umas estradas, agora venham para cá". E o resto?
    Manutenção das estradas? Manutenção dos jardins? Locais para as pessoas almoçarem? Acesso decente do lado do Espirito Santo das Touregas?

    • João B. Frederico says:

      Ora nem mais. Por isso se prevê que a curto prazo será mais um "adeusinho e até mais ver", como sucede a muitos projectos que não têm possibilidade de crescer em Portugal. Mas houve quem alertasse e várias vezes ao longo do processo. Oh, se houve…!
      Ainda o iParque vai parar em definitivo à Suíça, queiram lá ver.

  3. Henrique Costa says:

    Volta Pina Prata, que estás perdoado 🙂 Nesta cidade de funcionários públicos, "jamais!", antes fechar a cidade!

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