CHUC pede aos médicos internos que resistam ao facilitismo

FOTO DB/LUÍS CARREGÃ

“Em medicina não há modas, há relações humanizadas, individualizadas. Há uma pessoa do outro lado”, lembrou ontem o presidente do conselho de administração do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC). E essa pessoa não é “o da cama 30 ou o da cama 27. Não é o doente do cancro, o velhote. É o meu doente: o Sr. Manuel, a Sra. Maria”, lembrou.

Fernando Regateiro falava para os 226 novos médicos (98 internos de especialidade e 128 do ano comum) que ontem iniciaram a sua formação no CHUC, tendo-os desafiado a irem mais além.

“Sois muito mais do que meros trabalhadores de saúde. Quando acabardes o ano comum, o internato, não ides ser os mesmos. Senão, não valeu de nada”, afirmou, apelando para que resistam ao facilitismo e saibam criar uma relação de confiança com o doente.

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2 Comments

  1. Zé da Gãndara says:

    Conversa da treta.. blá-blá… As Faculdades de Medicina produzem pessoas arrogantes em larga escala… De humanas, grande parte dessas pessoas tem zero!

  2. José Dom. says:

    Infelizmente, daquilo que ao longo do tempo pude observar, é quase só escumalha. A nojice de valores e de conduta é patente e longitudinal à estudantada, docência, centros de investigação, e aos serviços de saúde estatais e privados. Uma nojice deplorável e multiplicativa.

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