125 operacionais no resgate ao barco naufragado na Figueira da Foz

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A Marinha alargou neste sábado a área de buscas na tentativa de encontrar a embarcação de pesca naufragada quarta-feira a cerca de 20 quilómetros ao largo da Figueira da Foz, bem como o tripulante que continua desaparecido.

A Marinha afirma que decidiu “alargar a área de busca, em função dos modelos de deriva que estão a ser calculados pelo Instituto Hidrográfico”.

O navio de investigação científica Almirante Gago Coutinho “mantém o esforço de busca numa área extensa do fundo, na tentativa de localizar a embarcação de pesca, com recurso a um equipamento sonar de varrimento lateral de grande precisão”, trabalhos que começaram na tarde de quinta-feira e que vão continuar.

O navio hidrográfico tem recolhido imagens do fundo do mar “em torno da última posição conhecida da embarcação e da posição do alerta recebido via satélite através da rádio-baliza de emergência”, tendo detetado nas proximidades diversos rastos de artes de pesca de arrasto bem como um destroço “já muito antigo” com cerca de 30 metros de comprimento e sete de largura, mas ainda sem sinais da embarcação naufragada.

No comunicado, a Marinha adianta que as buscas de superfície também se mantêm, a cargo da corveta João Roby, uma embarcação salva-vidas da Nazaré e uma aeronave de vigilância marítima (P3-C) da Força Aérea Portuguesa, num total de 125 operacionais empenhados nas operações de busca.

Aquando do naufrágio, ocorrido na madrugada de quarta-feira, estavam a bordo quatro pessoas, sendo que as autoridades já recuperaram três corpos.

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