Quentes e boas em grande festa com mel a acompanhar durante o fim de semana

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Fotografia de Carlos Jorge Monteiro

 

A 28.ª edição da Feira do Mel e da Castanha da Lousã é também um exemplo de solidariedade para com os apicultores e agricultores da região que tudo perderam com os fogos. O presidente da Cooperativa Lousãmel, António Carvalho, sublinha que este “foi um ano de calamidades” para o setor, a que se tem de juntar a seca desde o início do ano e o ataque da vespa velutina. O dirigente avisou que, por causa dos incêndios, não haverá, nos próximos dois anos, flor de urze, para fazer esse tipo de mel.
O presidente da câmara, Luís Antunes, reafirmou que esta “é a maior feira do mel do país”. Destacando os prejuízos causados pelas chamas, que consumiram centenas de colmeias, o autarca considerou que “os apoios do Governo previstos para a área agrícola e florestal são insuficientes”, circunstância reconhecida anteontem, por unanimidade, pela CIM-Região de Coimbra. O presidente do Turismo do Centro, Pedro Machado, defendeu uma discriminação positiva para quem investe no interior, “num território que tem muito para dar”.

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