Cantanhede: Cidade quer ser capital europeia do vinho

FOTO DB/CARLOS JORGE MONTEIRO

Cantanhede quer ser a cidade europeia do vinho em 2018. Para isso, apresenta uma candidatura, acompanhada pelas autarquias de Águeda, Anadia, Aveiro, Mealhada, Oliveira do Bairro e Vagos. A decisão vai ser tomada esta quinta-feira após a apreciação do júri da RECEVIN – Rede Europeia das Cidades do Vinho, que reunirá no Parlamento Europeu, em Bruxelas.

Há seis projetos portugueses a concurso. O de Cantanhede foi apresentado ontem, no salão nobre dos Paços do Concelho, com direito a prova de vinhos e degustação gastronómica.

“Queremos e precisamos de reforçar o papel do vinho e da vinha enquanto símbolo da identidade da Bairrada”, disse Helena Teodósio, presidente da Câmara Municipal de Cantanhede (CMC), enumerando os principais objetivos da candidatura que considera ter “um fator diferenciador”.

Notícia completa na edição impressa de hoje

 

4 Comments

  1. Zé da Gândara says:

    A Sôdôtôra Teodósia não poderia deixar de marcar presença 🙂 Fomentar o alcoolismo é muito bom porque o alcoolismo é muito benéfico para quem dele souber tirar partido 🙂 É assim mesmo 🙂

    • Ora Sr. Zé da Gândara…
      Até o Sr. aprecia um bom vinho. E da Gândara.
      E um licorzinho, pois então…!
      Sendo-se regrado na degustação, não há sequer necessidade de perdão.

      • Zé da Gândara says:

        Está a ver como sua senhoria enferma do mal da generalidade dos Gandarezes em particular e dos Tugas em geral e que consiste em falar sem ter a certeza daquilo que está a dizer?

      • Pois… Pois… Regulação.
        E como se sabe por experiência própria e se avista por esta época por tudo quanto é sítio, o Beirão é definitivamente um projecto sem futuro.
        Livrámo-nos do Beirão, antes que ele acabasse connosco. Quero dizer, com a nossa substância cinzenta e com tudo o resto. E conseguimos lograr esse intento de autopreservação fazendo uso de uma lógica de sistema de processamento distribuído, sem que houvesse um nodo "mais disponível". O Beirão é definitivamente um projecto sem qualquer futuro e inócuo, desde que subdividido por vários nodos, obtendo-se deste modo ganhos óbvios. Nada como realizar certas tarefas em paralelo. Aliás, temos preferência por sistemas paralelos e fortemente acoplados, ao qual subjaz um S.Ó.
        As minhas desculpas pela analogia computacional, mas por força das circunstâncias, e nos últimos anos, vi-me em tal empenho e numa estreita relação com hardware e software que naturalmente terá deixado algumas sequelas…

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