ADFP celebra aniversário com “espiritualidade própria”

Foto Luís Carregã

No âmbito das comemorações dos 30 anos, a Fundação ADFP – Assistência, Desenvolvimento e Formação Profissional – teve, este sábado, um dia repleto, não só de comemorações, mas também de inaugurações.
Durante a manhã “começámos com a inauguração do Museu do Mel, um espaço de gelataria, bar, café, para a promoção de uma das riquezas da região (…), depois o Centro Intergeracional do Mondego, onde já funciona a creche, pré-escola e universidade sénior”.
De tarde, seguiu-se “a inauguração de uma casa para uma família carenciada, em Tábuas, a inauguração de um pavilhão na zona industrial, onde já temos a adega, que estamos a ampliar, e ainda o observatório das religiões, onde se inclui um espaço sobre a barbárie originada pelas religiões, no Templo Ecuménico Universalista”. Este último é “um espaço onde as pessoas obtêm todas as informações sobre as grandes 15 religiões do mundo, incluindo os ateus, e também o que têm sido as guerras provocadas ao longo dos séculos pela ortodoxia a fundamentalismo religiosos”, explicou Jaime Ramos, presidente da Fundação ADFP.
Para o responsável, foram 30 anos “que passaram bastante rápido”. “Temos tido muita sorte, conseguindo realizar muitas coisas, e somos, penso, um bom exemplo”, acrescentou Jaime Ramos. Isto apesar de “alguns obstáculos no percurso, que são conhecidos”, desvalorizados com a velha máxima de que “o que não nos mata torna-nos mais fortes”. “Os obstáculos que nos foram criando, foram-nos fortalecendo e dando capacidade de concretizar”, acrescenta.
Este sábado foi também dia de visita a “obras para inaugurar para o próximo ano”, como são o caso do “Hospital Compaixão, um grande investimento e que será muito importante para Miranda do Corvo e concelhos à volta como Lousã e Penela”, que “é muito importante para a qualidade de vida desta área”.

Notícia completa na edição impressa de hoje

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