Pouco para celebrar e muito para fazer… em conjunto e por Góis

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Maria de Lurdes Castanheira entra no seu terceiro e último mandato como presidente da Câmara de Góis. Na cerimónia de posse, na sexta-feira, a autarca não escondeu o carrossel de emoções que viveu, e que ainda vive.

“Temos pouco para celebrar”, prologou a presidente. (Tão pouco que a energia eléctrica, na Casa da Cultura falhou justamente nesse momento). Em causa está o drama que o concelho goiense viveu, na última semana, totalmente esquecido pelo resto do mundo. Vindo de Serpins, primeiro, o fogo galopante dizimou quase toda a freguesia de Vila Nova do Ceira e ainda entrou na de Góis.

Oriundo da Sertã, depois, um outro incêndio queimou o que restava da União de Freguesias de Cadafaz e Colmeal.

Como o Diário As Beiras escreveu, já, tudo isto aconteceu, no domingo de 15 de outubro, sem que ninguém do exterior tivesse vindo em auxílio do escasso (!) efetivo de bombeiros locais, confinado a 16 homens e três viaturas de combate. E, sem comunicações de espécie alguma, o concelho ficou como uma espécie de ilha, à mercê de si e dos seus.

Toda a informação na edição impressa de hoje, 24 de outubro, do DIÁRIO AS BEIRAS

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